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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Mensagem pra mim mesma (e pra quem mais precisar dela)

E se uma situação fizer com que você se sinta insignificante??

Não se engane... ninguém é capaz de fazer com que você se sinta insignificante... ninguém além de você mesmo...

Talvez haja um motivo real para que você se sinta assim, e aí cabe perguntar o que precisa ser mudado... Talvez as frases na sua cabeça tenham a ver com um passado distante, e com coisas nas quais você acreditou que não mais refletem a verdade, e não te servem mais... E apenas você poderá travar a difícil batalha para vencer as crenças limitantes e substituí-las por outras, mais saudáveis...

Afinal, você pode acreditar no que quiser... e se é pra escolher, melhor focar naquilo que te coloca pra cima, que te contrói, que te faz mais forte e feliz... Não é???

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Expectativas


Quando era mais nova, costumava esperar muito da vida. Tinha grandes expectativas com relação a trabalho, familia, casa...

Teria uma vida de sucesso profissional...
Encontraria o grande amor da minha vida...
Teria um casal de filhos lindos, inteligentes, engraçados...
Teria uma linda casa, em algum lugar afastado da bagunça de São Paulo...
E isso seria a felicidade eterna... como num comercial de margarina de longa duração...

Doce ilusão de controle, em uma tola juventude onde acreditava que sabia tudo...

Hoje, nem tão mais velha assim, ainda estou buscando descobrir o que é esse tal de sucesso profissional e como conciliar ganhar dinheiro e fazer o que se ama.
O príncipe encantado deixou de existir há muito tempo e foi substituido pela busca por alguém que provavelmente será cheio de manias irritantes, mas que será companheiro suficiente pra fazer valer a pena resolver problemas e desentendimentos.
Aprendi, mesmo ainda não tendo filhos, que seus filhos perfeitos, em certos dias, podem te deixar à beira de de um surto psicótico no estilo "Um dia de fúria"...
Descobri que ou escolhemos as facilidades dos grandes centros ou a tranquilidade das pequenas cidades...

Hoje não reclamo do sol, ou do frio, ou da chuva (às vezes da falta dela, mas no nome disso é rinite-rs). Aproveito o que a vida traz, e sou grata por isso.

Hoje tenho poucas expectativas às quais me apego... Mas, não! Espere um pouco antes de sentir pena da menina que perdeu seus sonhos pelo caminho... Hoje, vejo a vida de um modo novo... E isso é, no mínimo, libertador...

Para mim, a vida - essa que tenho hoje - é uma parte pequena de um longo caminho de evolução por muitas e muitas vidas; ou ela é uma longa caminhada rumo à inexistência, ao nada pós-morte...

Qualquer uma dessas duas visões sobre a vida me libertam do apego e da angústia com relação ao futuro; me libertam da ansiedade que acompanha qualquer tipo de expectativa sobre o que poderá ou não acontecer. Também me sinto liberta do passado... os erros e os acertos são, ou parte de um processo de evolução que me permitiu chegar até aqui; ou situações sem nenhuma importâcia diante do nada que virá.

Os  problemas e preocupações têm nenhuma, ou muito pouca importância diante da eternidade ou do nada.

Ainda tenho projetos, ainda sonho... Sonho em mudar o mundo, em colaborar para que o planeta Terra seja um lugar melhor pra se viver, e trabalho dia a dia para tornar esse sonho realidade. E quando este sonho se transforma em atitude, não é idealismo, é construção.

Tenho projetos para o meu futuro, acredito e trabalho nestes projetos no momento presente, mas, se algo acontecer no caminho que os impeçam de tornarem-se realizade, então a gente muda os projetos, muda os sonhos... nunca a alegria. Perdi a ilusão de que tenho tudo sob meu controle, que tenho que estar sempre certa, de que o fracasso existe.

Meu momento mais importante é agora, e vou viver este momento livre de sentimentos de não-realização; livre de preocupações com situações sobre a qual não tenho controle; livre de tristezas inúteis... Isso se chama FELICIDADE.

No final, o que vai contar, são as boas lembranças, os amigos e pessoas queridas. No final, não estarei me perguntando quanto dinheiro consegui, não estarei me cobrando estar casada ou solteira, não importará nem um pouco onde morei...

No final o que contará é a paz no coração, as vidas que a gente tocou, o caminho que a gente percorreu de bem com a vida, enchendo o mundo de alegria, compaixão, amor e paz. É isso que fará valer a pena!!

No último momento, sei que minha pergunta pra mim mesma será: "E aí Renata, você conseguiu tornar o mundo um lugar melhor? E, se não conseguiu, o quanto você tentou? "

E me diz: quem vocês conhecem que conseguiu mudar o mundo pra melhor levando uma vida cheia de frustrações, de apego a expectativas não realizadas, de mal humor e de tristeza? Sem conseguir aproveitar o hoje por estar preso ao passado ou ao futuro??

sexta-feira, 6 de maio de 2011

E SE EU FOSSE EU...O QUE FARIA?

Não, a pergunta não está errada...

Você já se sentiu como alguém tão diferente de você mesmo que você se fez a pergunta acima?? Ontem me senti assim...

Engraçado, a gente vai formando uma visão de nós mesmos desde de que nascemos, e de repente essa visão se torna uma verdade absoluta e incontestável... Eu SOU assim...

Mas o tempo passa... e de repente ontem me vi uma outra pessoa... totalmente diferente de mim.

Isso não é ruim... gosto da nova eu... mas até que ponto tenho tomado decisões e agido com as pessoas ao meu redor baseada em meus conceitos sobre uma "eu" que nem existe mais???

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

O importante é o caminho (ou A Escalada)

Vivemos em um mundo viciado em objetivos finais. Estamos frequentemente focados no futuro, no que será atingido.



Aprendemos a estudar não pelo prazer de conhecer coisas novas, mas para alcançar a nota esperada. Aprendemos a trabalhar, não pelo prazer de criar algo, mas para receber o salário no fim do mês, a promoção em alguns anos, o cargo X em algum momento. Aprendemos que os relacionamentos que dão certos são os que duram para sempre, e quando acabam, falamos “que pena que não deu certo”.



Buscamos cada vez mais pessoas com foco em resultados, foco na meta...



E tenho certeza que muitos de nós já ouvimos e até falamos que o importante é o caminho, mas quantos de nós consegue realmente colocar isso em prática e vivenciar o caminho?



O Budismo ensina o desapego e o vivenciar integralmente cada momento (e aqui admito que meu conhecimento sobre Budismo não é amplo, e deixo a liberdade que alguém me corrija se eu estiver errada). Não por algum dogma ligado à nossa natureza espiritual, mas pelo fato simples de que tudo é passageiro.


Tudo de bom ou de ruim que nos acontece vai passar. Todas as coisas que conquistamos e pessoas que fazem parte de nossa vida passarão também.


Qual o sentido, então, de ter um foco tão grande na meta que não se aproveita o caminho até ela? E quando alcançarmos o resultado tão esperado, e, eventualmente ele passar (ou a energia dedicada a alcançá-lo passar) – como ficaremos? Vazios, por não termos aproveitado cada passo do caminho, ou felizes por tudo que fomos aprendendo e vivenciando ao longo dessa trajetória?



Sim, acredito que é importante ter metas, ter objetivos. Tanto quando é importante aproveitar cada pequeno passo dado no caminho para alcançar nossos sonhos. São os pequenos passos, e não o resultado final, que farão tudo valer a pena.



O foco exclusivo na meta nos faz olhar para erros, fracassos.


O foco no caminho nos faz olhar para aprendizados, pequenas conquistas.


Para onde você gostaria de estar olhando? O que você acredita que lhe dará mais ânimo, lhe fará seguir em frente energizado?



Ouço pessoas descreverem que passaram muito tempo batalhando por um resultado, e quando alcançaram pensaram “É só isso?”


Sim, a verdade é que, independente do que você almeja, suas metas serão “só isso” se você não aproveitar cada passo do caminho.

E encerro com uma música da Miley Cyrus, ídolo adolescente, que, entre tantas músicas bobinhas dos ídolos adolescentes, traz uma mensagem bem bonita, nos lembrando que sempre haverão novos obstáculos, novas montanhas, novas batalhas às quais, às vezes perderemos, mas que devemos continuar caminhando, pois, no final, o que conta é a subida (Pra quem já ouviu a música, não gosta de ídolos adolescentes, mas desconhece a letra, deixe os preconceitos de lado...)




(este post foi inspirado na minha assistente Fernanda e na Jennyfer, analista de RH aqui da empresa, que estavam cantando esta música hoje de manhã e me deixaram com ela na cabeça... rsrs. Beijos meninas!)

Tempestade

No som do ventilador O silêncio de um vazio preenchido apenas com o vento  O resquício de um sentimento que nunca deixou de estar lá  Seu co...