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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

A PAZ E A ALMA IMORAL

Falei que o livro ia provavelmente aparecer várias vezes aqui pelo blog... Vamos voltar a este assunto... Pois realmente o livro é excelente... do tipo pra ler e reler e reler e reler...

Falamos de traições... aquelas que cometemos contra a sociedade, contra os outros, contra nós mesmos...

E se não tenho muitos problemas com as traições cometidas contra sociedade e suas regras, tenho muito problema com as traições que, com uma frequencia muito maior do que gostamos de admitir, cometemos contra nós mesmos...

E quanto aos outros?? Será que também não traimos aqueles a quem amamos quando, para não magoá-los, agimos contra o nosso coração, os nossos sentimentos e vontades reais?? E quando entram em cena sentimentos fortes e ambivalentes, como saber o que realmente é ser fiel a nossa alma??

Agora chegamos na PAZ... acredito que está aí o segredo de tudo... Quando somos verdadeiros com nós mesmos, podemos agir de maneiras que gerem tristeza, nos outros e em nós mesmos, mas estamos em paz... temos dentro de nós aquela tranquilidade e serenidade que nos diz que a gente fez o melhor, e por isso as coisas irão de ajeitar...

A paz é, na minha opinião, o termometro que mede a lealdade que temos com nossa alma. E talvez por isso, em meio às nossas confusões e contradições, seja tão difícil encontrarmos a paz. 

E aí deixo a pergunta: Como anda o seu nível de paz ultimamente??

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Felicidade



Eu podia estar chorando agora
Eu também podia estar dançando valsa, no meio da Paulista, vestida de palhaça...
O que quero dizer é que eu podia estar fazendo qualquer coisa... não importa, é o que eu ESCOLHO fazer que tem alguma importância.

Todo mundo, se procurar, encontrará algo que justifique reclamar da vida, algo que justifique chorar. A vida (felizmente) não é perfeita, e se fosse, ainda assim acharíamos algo do que nos queixarmos. Não fazemos por mal, é apenas natureza humana...

O ser humano é feito (e movido) de desejos.

Conquistar alguma coisa implica na imediata aquisição de um novo desejo.

Desejamos bens, pessoas, dinheiro, emprego, saúde...

E depois desejamos novos bens, desejamos mudar as pessoas, desejamos mais dinheiro, desejamos outro chefe, desejamos aproveitar o fato de termos saúde...

E então desejamos nos desfazer de bens, novas pessoas, gastar o dinheiro, ocupar o lugar do chefe, recuperar a saúde...

E vamos desejando mais e mais, e não há nada de errado nisso, se, junto com as coisas materiais, também desejarmos aprender mais, nos tornarmos pessoas melhores, ajudar os outros, melhorar o mundo...

O problema é ficarmos presos na visão dos desejos insatisfeitos... O problema é quando o que falta cega pro que já se tem... O problema é quando não conseguimos ver o quão divertido é desejar, o quanto o querer mais nos impulsiona, o quão abençoados somos por tudo o que temos.

Talvez a verdadeira felicidade seja, não ter tudo o que queremos, mas ter energia para correr atrás; e aprender a rir dos tropeços do caminho...

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Meu Transcendendo seus Limites - Superação e voo ao encontro da paz


Já fazem dois anos que fiz meu Transcendendo seus Limites. Por que escrever agora?? Resposta simples e direta: porque não tive vontade de escrever antes...


Pra quem não faz ideia do que estou falando – http://www.tadashi.com.br/



Pra quem já viu um voo, começo dizendo: Sim, as risadas são verdadeiras!! - Acreditava que as pessoas podiam sentir-se voando, podiam acessar momentos de coragem, amor, comunhão com Deus... Mas simplesmente não podia acreditar naquele monte de gente começando a gargalhar do nada... Tive que viver pra acreditar que era possível!

Não sabia o que buscava quando fui fazer o TL... Sabia que algo não estava bem; sabia que não estava feliz, não estava em paz. Sabia, principalmente, que o processo não seria fácil; e, apesar da mudança ocorrida após o LT, não acreditava que poderia ser tão transformador.

Vivi lá meu momento de coragem; vivi lá meu momento de amor incondicional; vivi lá meu momento de comunhão com Deus e já no fim, encontrei o que estava procurando – a alegria e felicidade que te fazem gargalhar sem nenhum motivo. Resgatei, lá em Itú (meu TL foi no Golf) uma leveza, uma felicidade, uma alegria que não lembro de haver sentido antes.

Junto com isso encontrei a fé. Não a fé cega que te faz acreditar sem parar para pensar, mas uma certeza completa e absoluta que está tudo certo; tudo é como tem que ser. E como é libertador saber disso – aceitar passado e presente, aprender o quem tem que ser aprendido, deixar o resto de lado e, sem culpas e sem ressentimentos, seguir em frente; transformar-se; transformar o mundo.

Não, não foi fácil.


Não, não foi uma mudança automática, ocorrida num passe de mágica. O espelho me mostrou coisas que não gostei de ver. Saí do hotel e fui para casa um pouco mais consciente da minha luz, mas, principalmente, com uma bagagem enorme de sombras descobertas. Sai do treinamento para enfrentar uma batalha diária com hábitos disfuncionais cultivados por anos e anos; uma batalha árdua, que, em alguns aspectos, dura até hoje; e na qual me vejo às vezes ganhando, outras perdendo.



Mas saí em paz. A paz de me saber forte, amada e amando a mim mesma, com habilidade de rir até mesmo das sombras (e ás vezes rir das sombras é a única maneira de fazê-las ir embora) e com a certeza absoluta de que Deus está comigo e em mim, e portanto, tudo está perfeito.

A paz que me ajuda a aceitar os momentos inevitáveis de tristeza, integrar o aprendizado e – o mais importante – desapegar dessa tristeza; e fazer o mesmo com os momentos de alegria – pois eles também vão passar.

A paz que me faz assumir responsabilidade por um mundo que é meu, e abraçar a mudança deste mundo como uma missão a ser cumprida. Como disse Jorge Vercilo - “paz no mundo inteiro, esta é a minha guerra”.

A paz que me trouxe a habilidade de gargalhar do nada; que me dá coragem para me melhorar a cada dia e me superar; a paz que me deu asas, me fez ver mais longe, me faz voar.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Como você mede sua vida hoje?

Solte a música para ler este post (tradução no final)






O sol nasce trazendo um novo dia
Um dia novo não merece já começar manchado pelas velhas preocupações.
Deve ser uma página em branco; mais uma oportunidade para que você tenha o melhor dia de sua vida.
Hoje, e amanhã, e depois... Cada dia traz essa promessa de realizações, conquistas e alegrias.
Não há nada do passado que mereça o desperdício do agora. O que passou, passou. O que foi feito já foi feito e não dá pra voltar atrás. O que não foi feito já passou também... Não há dois momentos iguais, duas oportunidades iguais...
O mundo muda a cada segundo, e o único momento sobre o qual você tem algum controle é o agora; e este agora passa rápido, muito rápído.

Aceitar que tudo passa é o primeiro passo para encontrar a paz, para entender o quão valioso é cada momento de nossas vidas; o quanto é inútil tentarmos controlar o passado ou o futuro.
Tentar fazer isso é deixar-se controlar por este passado ou este futuro, e perder a melhor época de nossas vidas.

 E apesar disso tudo ser muito lógico, e fazer muito sentido, ainda assim vamos vivendo atromentados pelo passado e fazendo planos para o futuro. E passamos muitos nos nossos dias no nada, na rotina, na mesmice...

O que você fez por você hoje?
O que aprendeu?
O que fez de novo?
Onde você se superou?
Quais desafios venceu? Quantos medos venceu?
O quanto você riu ou fez alguém sorrir?

A vida não devia ser medida em tempo, em  minutos, horas, anos... Quem começou a medir o tempo desta forma não entendia nada da vida.
A vida devia ser medida em momentos especiais.

Imagina a diferença que isso iria fazer no mundo... se as pessoas aprendessem a medir seu tempo não em quantos anos faltam para a aposentadoria, quantos dias para o final do ano, quantas horas para ir para casa, quantos anos desde que nasci; mas em sorrisos divididos, em lições aprendidas, sonhos compartilhados, medos vencidos, metas alcançadas... Dá pra imaginar um mundo assim??

Criar um mundo melhor é algo de terá que passar por estas mudanças. Mudanças de paradigmas, mudança nas formas que vivemos e entendemos o mundo até agora.

Que diferença essa mudança poderia fazer na sua vida??

Como você mede a sua vida hoje???


Música: Seasons of Love (do Músical e Filme - RENT)

Quinhentos e vinte e cinco mil e seiscentos minutos
Quinhentos e vinte e cinco mil momentos tão bons
Quinhentos e vinte e cinco mil e seiscentos minutos
Como você mede, mede um ano?


Em dias - em pores-do-sol
Em noites - em copos de café
Em centímetros - em quiolômetros
Em risos - em discussões

Em - quinhentos e vinte e cinco mil e seiscentos minutos
Como você mede um ano da vida?


Que tal com amor?
Que tal com amor?
Que tal com amor?
Meça em amor


Temporadas de amor
Temporadas de amor


Quinhentos e vinte e cinco mil e seiscentos minutos
Quinhentos e vinte e cinco mil jornadas a planejar
Quinhentos e vinte e cinco mil e seiscentos minutos
Como você mede a vida de uma mulher ou um homem?


Em lições que ela aprendeu
Ou nas vezes que ele chorou
Nas pontes que ele ergueu
Ou da maneira que ela morreu

Agora é hora - cante
Apesar da história nunca terminar
Vamos comemorar , nos lembrarmos de um ano
Na vida dos amigos


Lembre-se do amor
Lembre-se do amor
Lembre-se do amor
Meça em amor


Meça
Meça sua vida em amor
Temporadas de amor
Temporadas de amor

Tempestade

No som do ventilador O silêncio de um vazio preenchido apenas com o vento  O resquício de um sentimento que nunca deixou de estar lá  Seu co...