Mostrando postagens com marcador separação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador separação. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Closing time...


"Closing time, every new beginning
Comes from some other beginning's end"

Inícios, meios e fins... E sim, fins são, quase que inevitavelmente, tristes... E como já escrevi uma vez, na grande maioria das vezes não são pontos, mas processos...

Mas as nuvens que trazem as tempestades se dissipam eventualmente, e a água que caiu abalando tudo ao redor é utilizada para que a vida renasça e refloresça, talvez mais forte e mais bonita do que antes.

E assim é a vida... O fim traz esse novo início contido nele.

O novo não vem enquanto algumas portas não são fechadas e deixadas para traz, mesmo que a caminhada adiante pareça amedrontadora por trazer com ela todos os fantasmas da incerteza.

A vida caminha para frente, inevitavelmente. Não importa o quanto lutemos para nos mantermos ligados aos nossos velhos apegos, nossas velhas histórias, nossos velhos - ou atuais - medos. Pausar não é uma opção no filme da vida, e, quando tentamos, inevitavelmente saímos perdendo, pois as oportunidades de renovação cruzam nossos caminhos todos os dias, mas vão embora também, quando não as aproveitamos...

Então hoje em celebro o fim. Encerro o processo desse doloroso final que começou há tantos meses atrás, exatamente no mesmo momento que iniciamos nossa história.

Agradeço o aprendizado, os momentos, o sentimento. Perdoo o que precisa ser perdoado e peço perdão por qualquer coisa. E sigo...

Celebrando o fim, e os novos começos.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Anônimo

Oi... tudo bem?
Hoje é você que está por aqui em meus pensamentos...

Estranho né? Depois de tanto tempo... Fazia muito tempo desde a última vez que você tomou conta assim dos meus pensamentos... Mas, ainda assim, pode entrar, fique a vontade, a casa é sua... como costumava ser...

Reli alguns dos seus e-mails hoje... Não todos, apenas alguns... Muitos foram apagados quando chegou o fim, pra eu não lembrar... pra doer menos... Nunca consegui aprender que isso não funciona... rs. Que o ato impulsivo de apagar os vestígios nem ao menos me deixa mais forte...rs. Quem sabe um dia aprendo...

Fiquei pensando em quantas histórias de amor acabam assim, deixando apenas alguns emails na caixa de entrada e mensagens anônimas no blog, em tantos textos escritos especialmente pra você... Ei, junte mais esse a sua coleção... esse também é seu... :)

Senti sua falta hoje... sinto isso de vez em quando... acho que não é verdade aquela história que ninguém é insubstituível... algumas pessoas são... não no que fazem, mas no jeito especial de fazê-lo... A forma como você conversava comigo era só sua... não dá pra substituir isso... Algumas outras coisas também não dá... A gente se acostuma a ficar sem, mas isso não significa que elas não façam falta de vez em quando...

Mas não foi triste a minha saudade... exceto pelo seu silêncio... Seria bom saber de você de vez em quando... "Saber que você é feliz", como dizia a música... e como sempre lhe disse que merecia ser...
E então? Está feliz? Que coisas boas têm acontecido na sua vida?? Talvez tenha parado de fumar... (não, eu não desisto nunca)... rs

Mas lembrar de você é sempre bom, e é sempre com um sorriso nos lábios que eu o faço... E sim, me lembro de você com frequência... lugares, pessoas e músicas me lembram você... e cada vez que meus pés baterem nos de alguém por baixo da mesa, acho que vou lembrar de você...rs... Algumas coisas marcam a gente, mesmo sem querer...

Bom, acho que já está na hora de você ir, né? Já passou muito tempo aqui comigo, em meus pensamentos, e a vida segue, e a gente tem que cuidar... Mas pode voltar se quiser... a porta está sempre aberta pra você... E algumas pessoas ganham o direito de entrar sem bater...

:)

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Soneto da Separação


SONETO DE SEPARAÇÃO

Vinícius de Morais



De repente do riso fez-se o pranto

Silencioso e branco como a bruma

E das bocas unidas fez-se a espuma

E das mãos espalmadas fez-se o espanto.

De repente da calma fez-se o vento

Que dos olhos desfez a última chama

E da paixão fez-se o pressentimento

E do momento imóvel fez o drama.

De repente, não mais que de repente

Fez-se de triste o que se fez amante

E de sozinho o que se fez contente

Fez-se do amigo próximo o distante

Fez-se da vida uma aventura errante

De repente, não mais que de repente.

sábado, 20 de dezembro de 2008

O AMOR É UM JOGO ONDE SÓ SE PERDE...

Sempre preferi as histórias de amor com final triste... Foi que que sempre me pareceu estar perto da realidade...

Não me entendam mal. Não sou absolutamente contra o amor; muito pelo contrário, acredito no amor e acho que poucas coisas podem ser comparadas à maravilha que é estar amando.

O problema do amor não estar no amor, está nas pessoas. Pessoas são sempre confusas demais. O amor nunca é algo entre duas pessoas; há sempre a história do outro, a sua história, as decepções e "traumas" do outro; as suas decepções e "traumas". Isso sem contar os momentos de cada um, as expectativas... enfim...

Amar só vale a pena de forma desapegada; e se nos prepararmos para a dor, porque alguém sempre vai embora no final; e independente se quem vai é o outro ou se é você, a separação sempre vai doer.

O AMOR É UM JOGO ONDE SEMPRE SE PERDE...

Mas bem que eu queria que fosse eu quem tivesse ido embora dessa vez... só pra variar...

Ah, essa eu não vou traduzir não... não tô com saco!!!





Love Is A Losing Game
Amy Winehouse
Composição: Amy Winehouse

For you I was a flame
Love is a losing game
Five story fire as you came
Love is a losing game

Why do I wish I never played
Oh, what a mess we made
And now the final frame
Love is a losing game

Played out by the band
Love is a losing hand
More than I could stand
Love is a losing hand

Self professed... profound
Till the chips were down
...know you're a gambling man
Love is a losing hand

Though I'm rather blind
Love is a fate resigned
Memories mar my mind
Love is a fate resigned

Over futile odds
And laughed at by the gods
And now the final frame
Love is a losing game

sábado, 23 de agosto de 2008

Meu conto de fadas moderno...

A gente sonha, e sonha com o amor...
E nos nossos sonhos, como nos filme, e nas histórias dos contos de fadas, tudo ocorre dentro no script.
Nos contos de fadas a princesa não se apaixona pelo principe que é apaixonado pela princesa do reino ao lado...
E sonhamos com este amor de contos de fadas...
Onde ninguém é novo demais
Velho demais
Confuso demais
Com um passado complicado demais...
Enfim, tudo funciona...

E mesmo quando paramos de sonhar com o príncipe encantado e nos conformamos que no mundo real todo mundo é meio ogro, ainda assim sonhamos com aquele cara especial... aquele cara legal, engraçado, meigo, carinhoso, só um pouquinho irritante de vez em quando...

E você procura, e procura... E só Deus sabe todas as batalhas, internas e externas que você enfrenta pra encontrar esse cara...

Finalmente o cara certo...

É, vc o encontra...

Mas... ei, o que você tá pensando? Isso aqui é vida real!

Ele é confuso, ele tem um passado complicado... e ele não se apaixonou por você...

E agora essa é a cena final:
Você está lá, linda, com seu vestido mais bonito, os sapatinhos de cristal nos pés, o cabelo penteado em lindas tranças... e a sua frente está o reino dos seus sonhos... o castelo sonhado, no dia perfeito, lá dentro está ele... o príncipe... aquele do jeitinho que você queria... E você chega à porta do castelo e bate... bate... bate... Mas ninguém vai atender!

É... ainda não foi dessa vez... E a gente segue beijando os sapos na esperança de que um dia, por um toque de mágica, algum deles se torne príncipe outra vez... e quem sabe dessa vez o cupido acerta as duas flechas nas pessoas certas...

Tempestade

No som do ventilador O silêncio de um vazio preenchido apenas com o vento  O resquício de um sentimento que nunca deixou de estar lá  Seu co...