E a gente sabe que é forte, mas às vezes esquece o quanto...
Sabe que tudo passa, mas às vezes nos sentimos presos num momento que nãoquer ir embora...
A gente às vezes sabe que vai dar tudo errado, e ainda assim não resistimos à tentação...
Ser humano é assim mesmo... Complicamos as coisas por total inabilidade de simplificarmos... Porque, cada vez mais, acredito que as coisas são simples, nós é que as complicamos demais... Nós e nossas muitas emoções...
Já dizia o rei "o importante é que emoções eu vivi", mas, por mais que concorde com ele, acho que em alguns momentos a lição é aprender a não viver a emoção... Não entenda não viver por negar, não é disso que estou falando, estou falando da difícil habilidade (ao menos para mim) de colocar as emoções a distância para podermos analisar as coisas como são, e não com a lente de aumento das emoções...
Eu não sou minhas emoções. Minhas emoções não são a realidade... Elas são pura e simplesmente aquilo que elas são - emoções - e, por isso, apenas uma pequena parcela do todo... Mas essa pequena parcela, se não tomarmos cuidado, pode transbordar para o todo, e guiar nossas ações, nossos pensamentos e se tornar todo nosso eu...
Aprendendo a lidar melhor com isso, vamos aprendendo que não somos todos iguais... A importância que dou às coisas é diferente da dada pelas pessoas ao nosso redor, e, se entendermos essa simples verdade e conseguirmos controlar a mania que nossas emoções negativas têm de nos afirmar que nós estamos certos, e os outros estão errados, conseguimos respeitar mais as pessoas, não levar tudo pro pessoal, deixando que fatos e acontecimentos externos conduzam nossas instáveis emoções para cima e para baixo, e se, em momentos difíceis, não conseguimos ainda manter a alegria e a felicidade, encontramos ao menos uma tranquilidade que vem da aceitação das diferenças e da enorme força que conquistamos quando conseguimos conduzir nossas emoções ao invés de sermos conduzidos por elas.
E assim tenho encontrado minha maior força
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
domingo, 19 de dezembro de 2010
Razão e Emoção
Texto inspirado (e dedicado a) em uma conversa com alguém que eu admiro muito... Bjos pra vc!!
Que o ser humano vive em uma eterna luta entre razão e emoção é inegável, e a aposta geral é que a emoção ganha.
Nossas emoções são, na maioria das vezes, fortes... esmagadoras...
A paixão queima
A tristeza sufoca
A raiva ferve
A alegria transborda
O medo paraliza...
E a razão, por mais que tente argumentar, na maioria das vezes não consegue superar essas emoções...
Ás vezes nossa razão vem acompanhada de uma carga emocional muito forte, por nossas crenças e valores, que podem acabar por equilibrar a equação... Cria-se então uma inatividade, um acordo, uma formação de compromisso entre razão e emoção, no sentindo de tentar agradar ambas as partes, criando uma inércia ao mesmo tempo angustiante e confortadora. Nem razão nem emoção estão totalmente satisfeitos, mas também não foram contrariadas totalmente...
Isso acontece quando nos damos desculpas, quando conseguimos argumentos para justificar agir de uma determinada forma, ou quando simplesmente não agimos nem guiados pela emoção, nem pela razão. Ficamos parados deixando a situação coimo está, deixando o tempo correr...
Em algum momento porém, algo irá desequilibrar a balança para um dos lados...
Nossas ações são então, no geral, guiadas pelo imediatismo... Se o prazer é algo mais tangível, seguimos nossas emoções e "quebramos as regras"... Se a possibilidade de algo de ruim acontecer for mais tangível, seguimos o medo, e não as "quebramos"
As regras... Regras de quem?
Vivemos seguindo regras criadas históricamente, muitas vezes com objetivos bastante complexos por trás. Independente de, individualmente, acreditarmos nelas ou não, estes certos e errados vão se tornando reais pelas consequências decorrentes de a grande maioria das pessoas acreditarem ou não nelas. Como vivemos em sociedade, não seguir estas regras passa a significar a possibilidade de causar sofrimento a pessoas que acreditam na importância dessas regras.
E aí criamos o impasse: como seres humanos, tendemos a buscar o prazer e evitar a dor. Existem momentos, porém (e em sociedade não são poucos) em que buscar o prazer pode significar causar dor em alguém que amamos (o que é algo que causa culpa (dor) - pelo menos nos seres humanos 'normais'); e então prazer e dor se misturam...
Tirando toda a parte moral da equação, a melhor (embora não única) maneira de solucionar o impasse é através da razão... Através da simples pergunta: "Quais podem ser as consequências das minhas atitudes (em qualquer direção), e estou preparado (a) para lidar com estas consequências?"
Neste ponto, acredito na máxima de Paulo de Tarso - "tudo posso, mas nem tudo me convém". Não por ser moralmente correto ou incorreto - já deixei claro que não acredito em certo e errado - mas porque ser responsável é estar preparado para lidar com as consequências, e, se minha emoção irá me levar a uma ação que poderá resultar em consequencias com as quais eu não saberei lidar, então o mais responsável é buscar uma outra solução, com consequências com as quais saberei lidar.
Que o ser humano vive em uma eterna luta entre razão e emoção é inegável, e a aposta geral é que a emoção ganha.
Nossas emoções são, na maioria das vezes, fortes... esmagadoras...
A paixão queima
A tristeza sufoca
A raiva ferve
A alegria transborda
O medo paraliza...
E a razão, por mais que tente argumentar, na maioria das vezes não consegue superar essas emoções...
Ás vezes nossa razão vem acompanhada de uma carga emocional muito forte, por nossas crenças e valores, que podem acabar por equilibrar a equação... Cria-se então uma inatividade, um acordo, uma formação de compromisso entre razão e emoção, no sentindo de tentar agradar ambas as partes, criando uma inércia ao mesmo tempo angustiante e confortadora. Nem razão nem emoção estão totalmente satisfeitos, mas também não foram contrariadas totalmente...
Isso acontece quando nos damos desculpas, quando conseguimos argumentos para justificar agir de uma determinada forma, ou quando simplesmente não agimos nem guiados pela emoção, nem pela razão. Ficamos parados deixando a situação coimo está, deixando o tempo correr...
Em algum momento porém, algo irá desequilibrar a balança para um dos lados...
Nossas ações são então, no geral, guiadas pelo imediatismo... Se o prazer é algo mais tangível, seguimos nossas emoções e "quebramos as regras"... Se a possibilidade de algo de ruim acontecer for mais tangível, seguimos o medo, e não as "quebramos"
As regras... Regras de quem?
Vivemos seguindo regras criadas históricamente, muitas vezes com objetivos bastante complexos por trás. Independente de, individualmente, acreditarmos nelas ou não, estes certos e errados vão se tornando reais pelas consequências decorrentes de a grande maioria das pessoas acreditarem ou não nelas. Como vivemos em sociedade, não seguir estas regras passa a significar a possibilidade de causar sofrimento a pessoas que acreditam na importância dessas regras.
E aí criamos o impasse: como seres humanos, tendemos a buscar o prazer e evitar a dor. Existem momentos, porém (e em sociedade não são poucos) em que buscar o prazer pode significar causar dor em alguém que amamos (o que é algo que causa culpa (dor) - pelo menos nos seres humanos 'normais'); e então prazer e dor se misturam...
Tirando toda a parte moral da equação, a melhor (embora não única) maneira de solucionar o impasse é através da razão... Através da simples pergunta: "Quais podem ser as consequências das minhas atitudes (em qualquer direção), e estou preparado (a) para lidar com estas consequências?"
Neste ponto, acredito na máxima de Paulo de Tarso - "tudo posso, mas nem tudo me convém". Não por ser moralmente correto ou incorreto - já deixei claro que não acredito em certo e errado - mas porque ser responsável é estar preparado para lidar com as consequências, e, se minha emoção irá me levar a uma ação que poderá resultar em consequencias com as quais eu não saberei lidar, então o mais responsável é buscar uma outra solução, com consequências com as quais saberei lidar.
sábado, 16 de outubro de 2010
De repente...30!
Ano passado, nesta mesma época, estava em crise.
Fazendo 29 anos o tempo parecia ter passado tão rápido e tão pouco havia sido realizado...
Verdade, o tempo passou rápido... e neste ano, 30!
Não, não casei aos 20, como dizia que ia fazer quando era criança (ufa! que bom!)
Não tive meus dois filhos aos 22, e 24 anos (e por isso pude fazer não uma, mas duas faculdades), na verdade, não tive nenhum ainda (mas quem está com pressa?)
Não encontrei o principe encantado (mas o tempo me ensinou que ele não existe... principes viram sapos, e não o contrário, por isso é melhor esquecer a idéia de perfeição...)
Encontrei, apesar disso, uma Renata que, longe de ser a princesa no alto da torre esperando ser salva, doma seus próprios dragões (pra que matá-los, eles voam e podem te levar muito mais longe), luta suas próprias batalhas e cria as leis de seu mundo... (e talvez só tenha conseguido encontrar essa Renata porque o principe não apareceu).
Não encontrei a serenidade, calma e paz que esperava ter até os 30... Tenho que me lembrar frequentemente que devo tentar manter a mente aberta, a espinha ereta e o coração tranquilo - a mente ainda espera que os outros sigam minhas altas expectativas, a coluna dói devido à péssima postura e o coração vive de altos e baixos como numa montanha russa - (Mas aprendi a aceitar que as pessoas são o que são e escolher as que quero perto de mim; aprendi a aproveitar ao máximo os altos e aprender com os baixos, e que no final a única certeza é que ambos vão passar; e a coluna... é, tenho que fazer alguma coisa para resolver isso...)
Não, minha vida não é como eu imaginava, aos 12, que seria quando fizesse 30 anos - e descobri que é muito melhor!
Sim, ainda há um longo caminha à percorrer...
Sim, sair dos vinte e poucos é uma grande mudança... mas quem disse que é pra pior?
Afinal, é aos 30 que o jogo começa a ficar interessante, não é?
"Já escondi um amor com medo de perdê-lo, já perdi um amor por escondê-lo.
Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.
Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso.
Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.
Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.
Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.
Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto.
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Já tive crises de riso quando não podia.
Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.
Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.
Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.
Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade…
Já tive medo do escuro, hoje no escuro “me acho, me agacho, fico ali”.
Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.
Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.
Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava.
Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.
Já chamei pessoas próximas de “amigo” e descobri que não eram… Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!
Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma para SEMPRE!
Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos. Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer: - E daí? Eu adoro voar!" — Clarice Lispector
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Cérebro e coração andam separados. Razão e sentimentos são coisas distintas uma da outra, e, às vezes elas caminham juntas, às vezes caminham em direções opostas.
Era isso que ela descobria, que ela vivenciava naquele momento... A realidade batendo à porta, nua e crua e gritando "Olha pra mim, aguenta isso agora!!"
E ela olhava pra porta, e não sabia se convidada a realidade à entrar para uma conversa franca, ou se a mantinha mais uma vez trancada, junto com seus sentimentos, no fundo do coração. Afinal, o que fazer com esta realidade? Que caminho tomar quando razão e coração querem coisas diferentes?? À quem seguir???
A razão, fria e lógica argumentava. Falava do passado, das experiências vividas, dos planos e projetos para futuro, de tudo que foi construído depois que o coração, partido em mil pedaços, juntou seus caquinhos e seguiu em frente. A razão falava do futuro, fazia projeções baseadas em tudo que já se sabia. E lembrava frequentemente que as pessoas não mudam. E ela ouvia, se sabia que tudo o que ouvia era real demais, forte demais para ser ignorado.
Mas o coração... bem, o coração não falava, o coração sentia. Batia forte com as lembranças, derretia a cada sorriso, cada gesto tão conhecido. O coração desejava. De forma avassaladora e desesperada, desejava com a voracidade de... talvez a voracidade de uma parasita, incapaz de refrear-se mesmo diante da certeza da destruição de ambos.
"Destruição," lembrava a razão, "nada diferente disso pode vir de uma reaproximação"
Mas a erupção já tinha ocorrido, e era impossível controlar os sentimentos agora.Impossível ignorar e fingir que eles não existiam.
E sua tristeza vinha, não de ter que escolher entre razão e emoção, ambos estavam certos, não havia necessidade de escolher, mas a igualdade das forças de ambos a deixavam parada, estagnada, e frustrada, pois a existência dos sentimentos desagradavam a razão, e a existência da razão anulava a possibilidade de satisfazer os sentimentos.
E assim ela ficou, olhando a explosão de sentimentos destruir tudo que havia sido conquistado, e juntando forças para recomeçar e construir tudo outra vez.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
COMO SÃO AS COISAS PRA UMA GAROTA...
Olha só, cresci aprendendo que devo ser o melhor que posso ser.
Ouvindo da diretora da escola que 7 é a nota da média, e que eu estava acima da média.
Cada vez mais me convenço que, se posso mais, então devo buscar mais. Que o melhor que faço por mim mesma é ser tudo o que sei que está em mim ser... Tudo isso faz cada vez mais sentido pra mim...
E com base em tudo isso, aprendi a ser cada vez mais:
independente,
inteligente,
responsável,
bonita,
forte...
E o complicado disso tudo é que tudo isso me faz ter que aprender a ser cada vez mais sozinha também. Já ouvi, com todas as letras, que tudo isso é demais, e assusta os homens; e que deveria tentar ser menos...
E acho que nenhuma mulher vai me culpar quando eu falar que tive vontade de gritar: "Vai pra puta que o pariu!!! Tenho que ser menos do que posso ser porque os homens são inseguros e covardes e não conseguem se bancar com uma mulher de verdade????"
Não gritei... Fui ensinada que boas meninas são educadas...
Crescemos num mundo onde os homens esperam que nós mulheres sejamos as princesas dos contos de fadas; que sejamos frágeis, lindas, educadas e agradáveis.
Ao mesmo tempo, o mundo exige que sejamos fortes, inteligentes, versáteis, pró-ativas e trabalhemos mais do que os homens se quisermos obter a mesma atenção, o mesmo reconhecimento, o mesmo salário no final do mês...
Vejo mulheres cada vez mais seguras, inteligentes, independentes e sozinhas em suas vidas profissionais e pessoais, e ao mesmo tempo cada vez mais desesperadas e dispostas a aceitarem qualquer resto de atenção que os homens lhes dêem, ou mesmo dispostas a se atirarem em cima deles; ou seja, cada vez mais inseguras e confusas em suas vidas amorosas.
Por outro lado vejo homens também confusos, e cada vez mais imaturos. Cada vez mais inseguros...
Não quero ser só. Busco um Homem, com H maísculo mesmo. Alguém seguro suficiente pra me incentivar a ser meu melhor, pra estar ao meu lado por inteiro. Busco um companheiro, que não espere que eu lhe peça pra resolver tudo, pra ter todas as respostas e não se assuste com uma mulher capaz de trocar seu próprio chuveiro, resolver seus próprios problemas, discutir filosofia, psicologia, sociologia, política, e também a novela das 8 e as últimas tendências da moda e da maquiagem, a receita do jantar de amanhã.
Alguém que consiga aceitar que eu não preciso dele. Mas isso não significa que eu não o queira.
Porque no final do dia, depois de travar as batalhas contra o espelho, o cabelo, o chefe, os livros, as crianças e a máquina de lavar, eu só quero sentar na frente da TV assistindo FRIENDS, dar risada das mesmas piadas que já ouvi várias vezes, e ter alguém que ponha seus braços ao meu redor, me abrace e me faça lembrar porque é mesmo que tudo isso vale a pena.
Agora, pra quem conseguiu entender, segue uma sugestão de música e a tradução da letra. Mas por algum motivo não consegui copiar o video do youtube, então cliquem no link.
http://br.youtube.com/watch?v=zbm4li86bBs
What It Feels Like For A Girl - Madonna
Como se sente uma garota
Fala:
Garotas podem usar jeans
E cortar os cabelos curtos
Usar camisas e botas
Porque é legal ser um garoto
Mas para um garoto se parecer com uma garota é degradante
Porque você acha que ser uma garota é degradante
Mas secretamente você adoraria saber como é,
Não adoraria?
Como se sente uma garota...
Maciez sedoza
Lábios tão doces quanto uma bala, baby
Jeans azul apertado
Pele que se mostra em fendas
Força interior
Mas você não sabe
Garotinhas boas nunca se mostram
Quando você for abrir bem a boca para falar
"Poderia ser um pouco frágil?"
Você sabe...Como se sente uma garota?
Você sabe...Como se sente uma garota neste mundo?
Cabelos que se enrolam
Nas pontas dos dedos tão delicadamente, baby
Mãos que descansam sobre o quadril arrependendo-se
Mágoas que não deveriam ser mostradas
E lágrimas que caem
Quando ninguém sabe
Quando você está tentando muito ser a melhor
"Poderia ser um pouco menos?"
Você sabe...Como se sente uma garota?
Você sabe...Como se sente uma garota neste mundo?
Você sabe...Como se sente uma garota?
Você sabe...Como se sente neste mundo?
Como se sente uma garota
Força interior, mas você não sabe
Garotinhas boas nunca se mostram
Quando você for abrir bem a boca para falar
Poderia ser um pouco frágil?
Você sabe...Como se sente uma garota?
Você sabe...Como se sente uma garota neste mundo ?
Você sabe...Como se sente uma garota?
Você sabe...Como se sente uma garota neste mundo?
Uma garota.... neste mundo?Você sabe? Você sabe?
Você sabe como se sente uma garota? Como se sente neste mundo
Ouvindo da diretora da escola que 7 é a nota da média, e que eu estava acima da média.
Cada vez mais me convenço que, se posso mais, então devo buscar mais. Que o melhor que faço por mim mesma é ser tudo o que sei que está em mim ser... Tudo isso faz cada vez mais sentido pra mim...
E com base em tudo isso, aprendi a ser cada vez mais:
independente,
inteligente,
responsável,
bonita,
forte...
E o complicado disso tudo é que tudo isso me faz ter que aprender a ser cada vez mais sozinha também. Já ouvi, com todas as letras, que tudo isso é demais, e assusta os homens; e que deveria tentar ser menos...
E acho que nenhuma mulher vai me culpar quando eu falar que tive vontade de gritar: "Vai pra puta que o pariu!!! Tenho que ser menos do que posso ser porque os homens são inseguros e covardes e não conseguem se bancar com uma mulher de verdade????"
Não gritei... Fui ensinada que boas meninas são educadas...
Crescemos num mundo onde os homens esperam que nós mulheres sejamos as princesas dos contos de fadas; que sejamos frágeis, lindas, educadas e agradáveis.
Ao mesmo tempo, o mundo exige que sejamos fortes, inteligentes, versáteis, pró-ativas e trabalhemos mais do que os homens se quisermos obter a mesma atenção, o mesmo reconhecimento, o mesmo salário no final do mês...
Vejo mulheres cada vez mais seguras, inteligentes, independentes e sozinhas em suas vidas profissionais e pessoais, e ao mesmo tempo cada vez mais desesperadas e dispostas a aceitarem qualquer resto de atenção que os homens lhes dêem, ou mesmo dispostas a se atirarem em cima deles; ou seja, cada vez mais inseguras e confusas em suas vidas amorosas.
Por outro lado vejo homens também confusos, e cada vez mais imaturos. Cada vez mais inseguros...
Não quero ser só. Busco um Homem, com H maísculo mesmo. Alguém seguro suficiente pra me incentivar a ser meu melhor, pra estar ao meu lado por inteiro. Busco um companheiro, que não espere que eu lhe peça pra resolver tudo, pra ter todas as respostas e não se assuste com uma mulher capaz de trocar seu próprio chuveiro, resolver seus próprios problemas, discutir filosofia, psicologia, sociologia, política, e também a novela das 8 e as últimas tendências da moda e da maquiagem, a receita do jantar de amanhã.
Alguém que consiga aceitar que eu não preciso dele. Mas isso não significa que eu não o queira.
Porque no final do dia, depois de travar as batalhas contra o espelho, o cabelo, o chefe, os livros, as crianças e a máquina de lavar, eu só quero sentar na frente da TV assistindo FRIENDS, dar risada das mesmas piadas que já ouvi várias vezes, e ter alguém que ponha seus braços ao meu redor, me abrace e me faça lembrar porque é mesmo que tudo isso vale a pena.
Agora, pra quem conseguiu entender, segue uma sugestão de música e a tradução da letra. Mas por algum motivo não consegui copiar o video do youtube, então cliquem no link.
http://br.youtube.com/watch?v=zbm4li86bBs
What It Feels Like For A Girl - Madonna
Como se sente uma garota
Fala:
Garotas podem usar jeans
E cortar os cabelos curtos
Usar camisas e botas
Porque é legal ser um garoto
Mas para um garoto se parecer com uma garota é degradante
Porque você acha que ser uma garota é degradante
Mas secretamente você adoraria saber como é,
Não adoraria?
Como se sente uma garota...
Maciez sedoza
Lábios tão doces quanto uma bala, baby
Jeans azul apertado
Pele que se mostra em fendas
Força interior
Mas você não sabe
Garotinhas boas nunca se mostram
Quando você for abrir bem a boca para falar
"Poderia ser um pouco frágil?"
Você sabe...Como se sente uma garota?
Você sabe...Como se sente uma garota neste mundo?
Cabelos que se enrolam
Nas pontas dos dedos tão delicadamente, baby
Mãos que descansam sobre o quadril arrependendo-se
Mágoas que não deveriam ser mostradas
E lágrimas que caem
Quando ninguém sabe
Quando você está tentando muito ser a melhor
"Poderia ser um pouco menos?"
Você sabe...Como se sente uma garota?
Você sabe...Como se sente uma garota neste mundo?
Você sabe...Como se sente uma garota?
Você sabe...Como se sente neste mundo?
Como se sente uma garota
Força interior, mas você não sabe
Garotinhas boas nunca se mostram
Quando você for abrir bem a boca para falar
Poderia ser um pouco frágil?
Você sabe...Como se sente uma garota?
Você sabe...Como se sente uma garota neste mundo ?
Você sabe...Como se sente uma garota?
Você sabe...Como se sente uma garota neste mundo?
Uma garota.... neste mundo?Você sabe? Você sabe?
Você sabe como se sente uma garota? Como se sente neste mundo
sábado, 23 de agosto de 2008
Meu conto de fadas moderno...
A gente sonha, e sonha com o amor...
E nos nossos sonhos, como nos filme, e nas histórias dos contos de fadas, tudo ocorre dentro no script.
Nos contos de fadas a princesa não se apaixona pelo principe que é apaixonado pela princesa do reino ao lado...
E sonhamos com este amor de contos de fadas...
Onde ninguém é novo demais
Velho demais
Confuso demais
Com um passado complicado demais...
Enfim, tudo funciona...
E mesmo quando paramos de sonhar com o príncipe encantado e nos conformamos que no mundo real todo mundo é meio ogro, ainda assim sonhamos com aquele cara especial... aquele cara legal, engraçado, meigo, carinhoso, só um pouquinho irritante de vez em quando...
E você procura, e procura... E só Deus sabe todas as batalhas, internas e externas que você enfrenta pra encontrar esse cara...
Finalmente o cara certo...
É, vc o encontra...
Mas... ei, o que você tá pensando? Isso aqui é vida real!
Ele é confuso, ele tem um passado complicado... e ele não se apaixonou por você...
E agora essa é a cena final:
Você está lá, linda, com seu vestido mais bonito, os sapatinhos de cristal nos pés, o cabelo penteado em lindas tranças... e a sua frente está o reino dos seus sonhos... o castelo sonhado, no dia perfeito, lá dentro está ele... o príncipe... aquele do jeitinho que você queria... E você chega à porta do castelo e bate... bate... bate... Mas ninguém vai atender!
É... ainda não foi dessa vez... E a gente segue beijando os sapos na esperança de que um dia, por um toque de mágica, algum deles se torne príncipe outra vez... e quem sabe dessa vez o cupido acerta as duas flechas nas pessoas certas...
E nos nossos sonhos, como nos filme, e nas histórias dos contos de fadas, tudo ocorre dentro no script.
Nos contos de fadas a princesa não se apaixona pelo principe que é apaixonado pela princesa do reino ao lado...
E sonhamos com este amor de contos de fadas...
Onde ninguém é novo demais
Velho demais
Confuso demais
Com um passado complicado demais...
Enfim, tudo funciona...
E mesmo quando paramos de sonhar com o príncipe encantado e nos conformamos que no mundo real todo mundo é meio ogro, ainda assim sonhamos com aquele cara especial... aquele cara legal, engraçado, meigo, carinhoso, só um pouquinho irritante de vez em quando...
E você procura, e procura... E só Deus sabe todas as batalhas, internas e externas que você enfrenta pra encontrar esse cara...
Finalmente o cara certo...
É, vc o encontra...
Mas... ei, o que você tá pensando? Isso aqui é vida real!
Ele é confuso, ele tem um passado complicado... e ele não se apaixonou por você...
E agora essa é a cena final:
Você está lá, linda, com seu vestido mais bonito, os sapatinhos de cristal nos pés, o cabelo penteado em lindas tranças... e a sua frente está o reino dos seus sonhos... o castelo sonhado, no dia perfeito, lá dentro está ele... o príncipe... aquele do jeitinho que você queria... E você chega à porta do castelo e bate... bate... bate... Mas ninguém vai atender!
É... ainda não foi dessa vez... E a gente segue beijando os sapos na esperança de que um dia, por um toque de mágica, algum deles se torne príncipe outra vez... e quem sabe dessa vez o cupido acerta as duas flechas nas pessoas certas...
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Tempestade
No som do ventilador O silêncio de um vazio preenchido apenas com o vento O resquício de um sentimento que nunca deixou de estar lá Seu co...