Ontem à noite fizemos sonhos... E hoje, ao postar as fotos no Facebook, fiquei pensando que Ano Novo é uma boa época para falar de sonhos...
O meu ano começa particularmente confuso... Porque às vezes os sonhos vêem acompanhados de uma dose forte de realidade...
Acredito que temos que fazer dos nossos sonhos projetos de vida.... Tirá-los da cabeça para o papel, do papel para a realidade...
Fazer isso implica fazer escolhas... escolhas nem sempre são simples... E tem sempre a chance de dar certo ou errado...
Engraçado como a minha confusão influencia a postagem... estou lendo agora e achando muito confusa... Ia falar de uma coisa, já estou falando de outra...
Bom, o que eu queria mesmo falar é que espero que neste ano que está se iniciando, cada um de vocês tenha a força e a disciplina (não existe outra palavra) para tornarem cada um de seus sonhos realidade, e que lembrem que o mundo apenas será um lugar melhor quando fizermos dele um lugar melhor...
Beijo grande e um excelente 2011 para todos nós!!
"Seja a mudança que vc quer ver no mundo" - Gandi
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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
O importante é o caminho (ou A Escalada)
Vivemos em um mundo viciado em objetivos finais. Estamos frequentemente focados no futuro, no que será atingido.
Aprendemos a estudar não pelo prazer de conhecer coisas novas, mas para alcançar a nota esperada. Aprendemos a trabalhar, não pelo prazer de criar algo, mas para receber o salário no fim do mês, a promoção em alguns anos, o cargo X em algum momento. Aprendemos que os relacionamentos que dão certos são os que duram para sempre, e quando acabam, falamos “que pena que não deu certo”.
Buscamos cada vez mais pessoas com foco em resultados, foco na meta...
E tenho certeza que muitos de nós já ouvimos e até falamos que o importante é o caminho, mas quantos de nós consegue realmente colocar isso em prática e vivenciar o caminho?
O Budismo ensina o desapego e o vivenciar integralmente cada momento (e aqui admito que meu conhecimento sobre Budismo não é amplo, e deixo a liberdade que alguém me corrija se eu estiver errada). Não por algum dogma ligado à nossa natureza espiritual, mas pelo fato simples de que tudo é passageiro.
Tudo de bom ou de ruim que nos acontece vai passar. Todas as coisas que conquistamos e pessoas que fazem parte de nossa vida passarão também.
Qual o sentido, então, de ter um foco tão grande na meta que não se aproveita o caminho até ela? E quando alcançarmos o resultado tão esperado, e, eventualmente ele passar (ou a energia dedicada a alcançá-lo passar) – como ficaremos? Vazios, por não termos aproveitado cada passo do caminho, ou felizes por tudo que fomos aprendendo e vivenciando ao longo dessa trajetória?
Sim, acredito que é importante ter metas, ter objetivos. Tanto quando é importante aproveitar cada pequeno passo dado no caminho para alcançar nossos sonhos. São os pequenos passos, e não o resultado final, que farão tudo valer a pena.
O foco exclusivo na meta nos faz olhar para erros, fracassos.
O foco no caminho nos faz olhar para aprendizados, pequenas conquistas.
Para onde você gostaria de estar olhando? O que você acredita que lhe dará mais ânimo, lhe fará seguir em frente energizado?
Ouço pessoas descreverem que passaram muito tempo batalhando por um resultado, e quando alcançaram pensaram “É só isso?”
Sim, a verdade é que, independente do que você almeja, suas metas serão “só isso” se você não aproveitar cada passo do caminho.
E encerro com uma música da Miley Cyrus, ídolo adolescente, que, entre tantas músicas bobinhas dos ídolos adolescentes, traz uma mensagem bem bonita, nos lembrando que sempre haverão novos obstáculos, novas montanhas, novas batalhas às quais, às vezes perderemos, mas que devemos continuar caminhando, pois, no final, o que conta é a subida (Pra quem já ouviu a música, não gosta de ídolos adolescentes, mas desconhece a letra, deixe os preconceitos de lado...)
(este post foi inspirado na minha assistente Fernanda e na Jennyfer, analista de RH aqui da empresa, que estavam cantando esta música hoje de manhã e me deixaram com ela na cabeça... rsrs. Beijos meninas!)
Aprendemos a estudar não pelo prazer de conhecer coisas novas, mas para alcançar a nota esperada. Aprendemos a trabalhar, não pelo prazer de criar algo, mas para receber o salário no fim do mês, a promoção em alguns anos, o cargo X em algum momento. Aprendemos que os relacionamentos que dão certos são os que duram para sempre, e quando acabam, falamos “que pena que não deu certo”.
Buscamos cada vez mais pessoas com foco em resultados, foco na meta...
E tenho certeza que muitos de nós já ouvimos e até falamos que o importante é o caminho, mas quantos de nós consegue realmente colocar isso em prática e vivenciar o caminho?
O Budismo ensina o desapego e o vivenciar integralmente cada momento (e aqui admito que meu conhecimento sobre Budismo não é amplo, e deixo a liberdade que alguém me corrija se eu estiver errada). Não por algum dogma ligado à nossa natureza espiritual, mas pelo fato simples de que tudo é passageiro.
Tudo de bom ou de ruim que nos acontece vai passar. Todas as coisas que conquistamos e pessoas que fazem parte de nossa vida passarão também.
Qual o sentido, então, de ter um foco tão grande na meta que não se aproveita o caminho até ela? E quando alcançarmos o resultado tão esperado, e, eventualmente ele passar (ou a energia dedicada a alcançá-lo passar) – como ficaremos? Vazios, por não termos aproveitado cada passo do caminho, ou felizes por tudo que fomos aprendendo e vivenciando ao longo dessa trajetória?
Sim, acredito que é importante ter metas, ter objetivos. Tanto quando é importante aproveitar cada pequeno passo dado no caminho para alcançar nossos sonhos. São os pequenos passos, e não o resultado final, que farão tudo valer a pena.
O foco exclusivo na meta nos faz olhar para erros, fracassos.
O foco no caminho nos faz olhar para aprendizados, pequenas conquistas.
Para onde você gostaria de estar olhando? O que você acredita que lhe dará mais ânimo, lhe fará seguir em frente energizado?
Ouço pessoas descreverem que passaram muito tempo batalhando por um resultado, e quando alcançaram pensaram “É só isso?”
Sim, a verdade é que, independente do que você almeja, suas metas serão “só isso” se você não aproveitar cada passo do caminho.
E encerro com uma música da Miley Cyrus, ídolo adolescente, que, entre tantas músicas bobinhas dos ídolos adolescentes, traz uma mensagem bem bonita, nos lembrando que sempre haverão novos obstáculos, novas montanhas, novas batalhas às quais, às vezes perderemos, mas que devemos continuar caminhando, pois, no final, o que conta é a subida (Pra quem já ouviu a música, não gosta de ídolos adolescentes, mas desconhece a letra, deixe os preconceitos de lado...)
(este post foi inspirado na minha assistente Fernanda e na Jennyfer, analista de RH aqui da empresa, que estavam cantando esta música hoje de manhã e me deixaram com ela na cabeça... rsrs. Beijos meninas!)
sábado, 16 de outubro de 2010
De repente...30!
Ano passado, nesta mesma época, estava em crise.
Fazendo 29 anos o tempo parecia ter passado tão rápido e tão pouco havia sido realizado...
Verdade, o tempo passou rápido... e neste ano, 30!
Não, não casei aos 20, como dizia que ia fazer quando era criança (ufa! que bom!)
Não tive meus dois filhos aos 22, e 24 anos (e por isso pude fazer não uma, mas duas faculdades), na verdade, não tive nenhum ainda (mas quem está com pressa?)
Não encontrei o principe encantado (mas o tempo me ensinou que ele não existe... principes viram sapos, e não o contrário, por isso é melhor esquecer a idéia de perfeição...)
Encontrei, apesar disso, uma Renata que, longe de ser a princesa no alto da torre esperando ser salva, doma seus próprios dragões (pra que matá-los, eles voam e podem te levar muito mais longe), luta suas próprias batalhas e cria as leis de seu mundo... (e talvez só tenha conseguido encontrar essa Renata porque o principe não apareceu).
Não encontrei a serenidade, calma e paz que esperava ter até os 30... Tenho que me lembrar frequentemente que devo tentar manter a mente aberta, a espinha ereta e o coração tranquilo - a mente ainda espera que os outros sigam minhas altas expectativas, a coluna dói devido à péssima postura e o coração vive de altos e baixos como numa montanha russa - (Mas aprendi a aceitar que as pessoas são o que são e escolher as que quero perto de mim; aprendi a aproveitar ao máximo os altos e aprender com os baixos, e que no final a única certeza é que ambos vão passar; e a coluna... é, tenho que fazer alguma coisa para resolver isso...)
Não, minha vida não é como eu imaginava, aos 12, que seria quando fizesse 30 anos - e descobri que é muito melhor!
Sim, ainda há um longo caminha à percorrer...
Sim, sair dos vinte e poucos é uma grande mudança... mas quem disse que é pra pior?
Afinal, é aos 30 que o jogo começa a ficar interessante, não é?
"Já escondi um amor com medo de perdê-lo, já perdi um amor por escondê-lo.
Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.
Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso.
Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.
Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.
Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.
Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto.
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Já tive crises de riso quando não podia.
Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.
Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.
Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.
Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade…
Já tive medo do escuro, hoje no escuro “me acho, me agacho, fico ali”.
Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.
Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.
Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava.
Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.
Já chamei pessoas próximas de “amigo” e descobri que não eram… Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!
Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma para SEMPRE!
Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos. Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer: - E daí? Eu adoro voar!" — Clarice Lispector
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