Bom, desta vez estou aqui para começar um movimento pela lei do maior esforço.
Sim, você está lendo direto... é pela lei do MAIOR esforço mesmo!!
De onde tiramos a idéia de que fazer o básico está bom?? Quando aprendemos que não tem problema não darmos o melhor de nós mesmos?? E, principalmente, como vivemos dessa forma e achamos que está tudo bem??
Chega! Estou brigando pela lei do maior esforço!
Brigando para divulgar a idéia de que fazer menos do que o nosso melhor é trair à nós mesmos, é aceitar pouco, é auto-sabotagem.
Porque não dar sempre o seu melhor? Assim, logo de cara mesmo, na primeira vez... Não aceitar de você menos do que você sabe que você é capaz de fazer.
Megulhar de corpo e alma em tudo que você se envolve, e cobrar mais de você mesmo em tudo que você faz...
Pense bem, seu mundo não seria melhor se todo mundo desse sempre o melhor de si mesmo??
Que tal começar a mudança por você? Nem é tão difícil assim, é só você se cobrar a...
... ser o melhor profissional que você pode ser;
... ser o melhor pai/ a melhor mãe que você pode ser;
... o melhor esposo/ esposa;
... o melhor irmão/ irmã;
... o melhor cidadão;
... o melhor motorista...
... Enfim, é só recusar-se a se contentar com a mediocridade... Afinal, porque ser medíocre quando você pode ser fantástico??
O problema maior é que as pessoas querem grandes resultados com pouco esforço. Temos uma sociedade inteira querendo a grandeza mas agindo de forma pequena... Onde foi que se aprendeu que isso é possivel??
Vale lembrar: "Expectativas normais exigem resultados normais, expectativas extraordinárias exigem esforços extraordinários"
Ouse sonhar o extraordinário, e faça esforços extraordinários para tornar seus sonhos realidade!
Junte-se ao movimento pela lei do maior esforço!
terça-feira, 27 de julho de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
MEU CACHORRO É UM GATO DISFARÇADO!!!!!
Ontem, com conversa com uma das pessoas que trabalham comigo, fui despertada pra uma realidade surpreendente e impactante:
MEU CACHORRO É UM GATO DISFARÇADO!!
Explica muita coisa... Exceto talvez o fato de ele gostar muito de tomar banho... mas até aí... também não conheço muitos cachorros que sejam chegados num banho...
Veja só...
O Freud (o cachorro, não o pai da psicanálise) odeia passear... o negócio dele é comer e dormir... nada desse negócio de exercícios não... ele não nasceu pra isso...
Sim, ele até pega a bolinha quando jogamos, pelo menos na primeira vez (afinal de contas, ele está infiltrado na minha casa como um cachorro... precisa disfarçar); mas após pegar a dita cuja ele não volta para te entregar... Ele pega, vai para outro lugar e torce pra você não pegar a bola pra jogar novamente... E se, por acaso você, inocente, fizer isso (achando que ele vai adorar a brincadeira), ele simplesmente ignora... Quem vc pensa que é pra querer que ele fique correndo atrás de uma bola... que brincadeira mais boba...
Ele não nasceu pra essa vida de cachorro... corridas atrás de bola, bagunça, rolar na terra... nada disso... O mundo dele é apartamento... almofada... prato...filet mignom a gente não dá não... mas bem que ele ia gostar... Alguma semelhança com uma música cantada pela gata dos Saltimbancos?? Não se enganem, NÃO é mera coincidência...
Bom, ele não gosta de brincadeiras... mas curte bem um carinho... se derrete todo, se joga no chão e mostra a barriga, e pede, pede não... exige mais quando você pára...
Ele morde, e não arranha. Mas, mas uma vez, ele está fingindo ser um cachorro... tem que agir como tal... Mas a maioria das pessoas que não gosta de gatos diz que eles são traiçoeiros... como o Freud, e morde sem avisar...
Como um gato, ele é tirano... O rei do pedaço...nada disso de amigo fiel, de gravitar ao redor do ser humano não... Nós estamos aqui pra satisfazer suas necessidades... comida, na hora que ele quer, carinho, sempre que ele quer... e o resto do tempo deixe ele dormir e não encha o saco... Claro, ele abana o rabo e vem nos receber na porta, como um bom fingidor... Pra gente não desconfiar...
Aí vcs me perguntam: mas por que um gato iria fingir que é um cachorro??
Bom, sei lá, isso acho que nem Freud (o psicanalista, não o cachorro) explica!!
MEU CACHORRO É UM GATO DISFARÇADO!!
Explica muita coisa... Exceto talvez o fato de ele gostar muito de tomar banho... mas até aí... também não conheço muitos cachorros que sejam chegados num banho...
Veja só...
O Freud (o cachorro, não o pai da psicanálise) odeia passear... o negócio dele é comer e dormir... nada desse negócio de exercícios não... ele não nasceu pra isso...
Sim, ele até pega a bolinha quando jogamos, pelo menos na primeira vez (afinal de contas, ele está infiltrado na minha casa como um cachorro... precisa disfarçar); mas após pegar a dita cuja ele não volta para te entregar... Ele pega, vai para outro lugar e torce pra você não pegar a bola pra jogar novamente... E se, por acaso você, inocente, fizer isso (achando que ele vai adorar a brincadeira), ele simplesmente ignora... Quem vc pensa que é pra querer que ele fique correndo atrás de uma bola... que brincadeira mais boba...
Ele não nasceu pra essa vida de cachorro... corridas atrás de bola, bagunça, rolar na terra... nada disso... O mundo dele é apartamento... almofada... prato...filet mignom a gente não dá não... mas bem que ele ia gostar... Alguma semelhança com uma música cantada pela gata dos Saltimbancos?? Não se enganem, NÃO é mera coincidência...
Bom, ele não gosta de brincadeiras... mas curte bem um carinho... se derrete todo, se joga no chão e mostra a barriga, e pede, pede não... exige mais quando você pára...
Ele morde, e não arranha. Mas, mas uma vez, ele está fingindo ser um cachorro... tem que agir como tal... Mas a maioria das pessoas que não gosta de gatos diz que eles são traiçoeiros... como o Freud, e morde sem avisar...
Como um gato, ele é tirano... O rei do pedaço...nada disso de amigo fiel, de gravitar ao redor do ser humano não... Nós estamos aqui pra satisfazer suas necessidades... comida, na hora que ele quer, carinho, sempre que ele quer... e o resto do tempo deixe ele dormir e não encha o saco... Claro, ele abana o rabo e vem nos receber na porta, como um bom fingidor... Pra gente não desconfiar...
Aí vcs me perguntam: mas por que um gato iria fingir que é um cachorro??
Bom, sei lá, isso acho que nem Freud (o psicanalista, não o cachorro) explica!!
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Devaneios de uma noite de inverno
O que é necessário para uma pessoa ser feliz??
Quantas vezes reclamamos de tudo ao nosso redor, de nossas vidas e de nossas conquistas, esquecendo o quanto temos à agradecer...
Crescemos num mundo de romances, de grandes emoções e grandes paixões... Buscamos freqüentemente essa grande paixão que preencherá um vazio ainda maior que carregamos dentro de nós mesmos, mas essa grande paixão existe realmente, ou é algo no qual somos levadas a acreditar? Uma utopia criada por cantigas de amor romântico na Idade Média e propagados pelos contos de fadas e, posteriormente pelos filmes de amor que nos dão uma falsas idéia de um “felizes para sempre” que na verdade nunca acontecerá...
Estamos todos fadados a passar nossas vidas buscando sonhos impossíveis?
É o amor um sonho impossível?
Ou, melhorando a pergunta, o que é o amor??
É necessário que o amor seja essa coisa avassaladora, que nos preenche, que nos faz sentirmos que somos completos, que nos eleva?? Isso é o amor??
Ou o amor é uma coisa mais tranqüila, algo mais calmo... Uma paz toma conta de nossos corações e nos faz melhores, e, se é isso, existe a necessidade de que este amor seja um amor romântico... Não seria então, tão reconfortante quanto o relacionamento homem/mulher, a amizade, o amor pela família, o amor pela humanidade? Não foram felizes os homens iluminados que dedicaram-se a amar a humanidade?
Porque somos levados a acreditar que só podemos ser felizes quando estamos acompanhados?Quando estamos em algum relacionamento??
E, mais importante de tudo, será que é esta crença que faz com que a tristeza nos invada às vezes, quando estamos sozinhos, mesmo tendo todos os motivos para estarmos felizes? Estamos deixando convenções pilotarem nossos aviões, determinarem nossos sentimentos?
Quantas vezes reclamamos de tudo ao nosso redor, de nossas vidas e de nossas conquistas, esquecendo o quanto temos à agradecer...
Crescemos num mundo de romances, de grandes emoções e grandes paixões... Buscamos freqüentemente essa grande paixão que preencherá um vazio ainda maior que carregamos dentro de nós mesmos, mas essa grande paixão existe realmente, ou é algo no qual somos levadas a acreditar? Uma utopia criada por cantigas de amor romântico na Idade Média e propagados pelos contos de fadas e, posteriormente pelos filmes de amor que nos dão uma falsas idéia de um “felizes para sempre” que na verdade nunca acontecerá...
Estamos todos fadados a passar nossas vidas buscando sonhos impossíveis?
É o amor um sonho impossível?
Ou, melhorando a pergunta, o que é o amor??
É necessário que o amor seja essa coisa avassaladora, que nos preenche, que nos faz sentirmos que somos completos, que nos eleva?? Isso é o amor??
Ou o amor é uma coisa mais tranqüila, algo mais calmo... Uma paz toma conta de nossos corações e nos faz melhores, e, se é isso, existe a necessidade de que este amor seja um amor romântico... Não seria então, tão reconfortante quanto o relacionamento homem/mulher, a amizade, o amor pela família, o amor pela humanidade? Não foram felizes os homens iluminados que dedicaram-se a amar a humanidade?
Porque somos levados a acreditar que só podemos ser felizes quando estamos acompanhados?Quando estamos em algum relacionamento??
E, mais importante de tudo, será que é esta crença que faz com que a tristeza nos invada às vezes, quando estamos sozinhos, mesmo tendo todos os motivos para estarmos felizes? Estamos deixando convenções pilotarem nossos aviões, determinarem nossos sentimentos?
segunda-feira, 26 de abril de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
Eu recomendo – Livro: Alice no País das Maravilhas
Quando eu trabalhava com educação infantil, com crianças de 2 a 3 anos de idade, costumava realizar uma atividade na qual inventávamos uma história todos juntos. Era assim: eu começava “era uma vez”, e aí eles completavam a frase com o personagem; e assim eu ia contando a história, parando em diversos momentos para que eles inserissem as situações e personagens na nossa história.
Ler Alice no País das Maravilhas é sentir-se em meio a uma atividade como esta...
Lewis Carrol, em um texto muito gostoso de ler e bastante dinâmico, nos conduz por um mundo onde o non sense prevalece. A questionadora e faladeira Alice aventura-se em meio a coelhos falantes, gatos que desaparecem e lagartas azuis que fumam narguile. No meio de tantos absurdos, frases lógicas e extremamente verdadeiras soam como verdadeiras loucuras. O País das Maravilhas de Carrol é surreal, quase tão surreal quanto a própria realidade (como bem poderia dizer Tim Burton, diretor do filme, pelo qual espero ansiosamente).
Um livro encantador, capaz de cativar adultos e crianças, e que vale muito a pena ser lido, se não por qualquer outro motivo, aos menos para nos fazer lembrar como deixar a imaginação divagar pode ser divertido.
Ler Alice no País das Maravilhas é sentir-se em meio a uma atividade como esta...
Lewis Carrol, em um texto muito gostoso de ler e bastante dinâmico, nos conduz por um mundo onde o non sense prevalece. A questionadora e faladeira Alice aventura-se em meio a coelhos falantes, gatos que desaparecem e lagartas azuis que fumam narguile. No meio de tantos absurdos, frases lógicas e extremamente verdadeiras soam como verdadeiras loucuras. O País das Maravilhas de Carrol é surreal, quase tão surreal quanto a própria realidade (como bem poderia dizer Tim Burton, diretor do filme, pelo qual espero ansiosamente).
Um livro encantador, capaz de cativar adultos e crianças, e que vale muito a pena ser lido, se não por qualquer outro motivo, aos menos para nos fazer lembrar como deixar a imaginação divagar pode ser divertido.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Virtude do mês: ACEITAÇÃO
Aceitação...
É esta a virtude deste mês no curso Aprendizes do Evangelho, na Seara...
Então vamos falar de aceitação... Mas aceitação de que? E principalmente, como diferenciar aceitação de conformismo??
É muito mais fácil falar de aceitação quando se está falando de fatos consumados...
- Alguém da família morreu... bom, não sobra muito remédio senão aceitar
- Vc perdeu o emprego... não adianta querer obrigar a empresa a te recontratar
- A pessoa que vc ama não sente o mesmo... paciência... não dá pra mudar isso
Mas, e quando falamos de fatos que estão ocorrendo e sobre os quais temos influência?? Trata-se então de aceitação ou conformismo?? Existe algo que podemos chamar de aceitação quando temos o poder de modificar as circunstâncias??
É a aceitação uma virtude, ou apenas uma atitude adaptativa mais saudável diante de fatos consumados??
É esta a virtude deste mês no curso Aprendizes do Evangelho, na Seara...
Então vamos falar de aceitação... Mas aceitação de que? E principalmente, como diferenciar aceitação de conformismo??
É muito mais fácil falar de aceitação quando se está falando de fatos consumados...
- Alguém da família morreu... bom, não sobra muito remédio senão aceitar
- Vc perdeu o emprego... não adianta querer obrigar a empresa a te recontratar
- A pessoa que vc ama não sente o mesmo... paciência... não dá pra mudar isso
Mas, e quando falamos de fatos que estão ocorrendo e sobre os quais temos influência?? Trata-se então de aceitação ou conformismo?? Existe algo que podemos chamar de aceitação quando temos o poder de modificar as circunstâncias??
É a aceitação uma virtude, ou apenas uma atitude adaptativa mais saudável diante de fatos consumados??
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
O melhor lugar para passar o aniversário de São Paulo é... No Rio!!
Rio das Ostras... Sim! Amo muito tudo isso!! Principalmente quando lá não é feriado...
A viagem começou com descobertas importantíssimas: carro tem chicote (claro né... se tem cavalo, tem que ter chicote! Como não pensei nisso antes?) Enfim, o chicote do ar condicionado do táxi quebrou... Como será que ele vai fazer para controlar os cavalos sem chicote??
Dia 1, ainda, cena dois: discussão importantíssima sobre psicanálise... Onde eu estava com a cabeça quando fui falar pra Anali que ela devia fazer análise, e com um Psicanalista homem... horas e horas para explicar... (Mas que ela ia ser o êxtase de qq terapeuta, isso ia...)
Dia 2 - Cena marcante: D. Sandra andando de van... hahaha, nunca achei que ia ver esse dia... Muito bom... E como só ela andar de van não é suficiente, o cabrador da van tinha a voz do Pato Donald!! Coitado, era até bonitinho... fiquei imaginando a reação das meninas que vão falar com ele, quando ele abre a boca... tadinho... E a gente acha que a vida da gente é difícil?? Mil vezes cabelo crespo e uns poucos quilinhos a mais do que uma voz de Donald (ou de ratinhos da Cinderela - essa acontece com mulheres)
Aproveito pra avisar que quem quiser abrir uma pizzaria rodízio, vai pra Rio das Ostras... Fila enorme pra comer uma pizza meia boca, só porque era rodízio...
Dia 3 - Pastel de camarão e água de coco de frente pro mar... Não tem preço. Com sessão de compras na Rua dos Biquinis, em Cabo Frio - Dia perfeito!!
Dia 4 - Mergulho no mar (no domingo 'tava muito frio e com tempo nublado), bolinho de aipim (para nós, paulistas, mandioca mesmo) de queijo - nem tava lá essas coisas, mas com sol e mar fica tudo ótemo (como diria a querida amiga Anali)
Resto do dia tranquila na piscina...
E tem gente que ainda tem dificuldade pra responder por que merece viver...
Linda, eu mereço viver pra aproveitar todos esses momentos
Pena que tudo acaba, e a terça-feira foi de trabalho e muito sono...
A viagem começou com descobertas importantíssimas: carro tem chicote (claro né... se tem cavalo, tem que ter chicote! Como não pensei nisso antes?) Enfim, o chicote do ar condicionado do táxi quebrou... Como será que ele vai fazer para controlar os cavalos sem chicote??
Dia 1, ainda, cena dois: discussão importantíssima sobre psicanálise... Onde eu estava com a cabeça quando fui falar pra Anali que ela devia fazer análise, e com um Psicanalista homem... horas e horas para explicar... (Mas que ela ia ser o êxtase de qq terapeuta, isso ia...)
Dia 2 - Cena marcante: D. Sandra andando de van... hahaha, nunca achei que ia ver esse dia... Muito bom... E como só ela andar de van não é suficiente, o cabrador da van tinha a voz do Pato Donald!! Coitado, era até bonitinho... fiquei imaginando a reação das meninas que vão falar com ele, quando ele abre a boca... tadinho... E a gente acha que a vida da gente é difícil?? Mil vezes cabelo crespo e uns poucos quilinhos a mais do que uma voz de Donald (ou de ratinhos da Cinderela - essa acontece com mulheres)
Aproveito pra avisar que quem quiser abrir uma pizzaria rodízio, vai pra Rio das Ostras... Fila enorme pra comer uma pizza meia boca, só porque era rodízio...
Dia 3 - Pastel de camarão e água de coco de frente pro mar... Não tem preço. Com sessão de compras na Rua dos Biquinis, em Cabo Frio - Dia perfeito!!
Dia 4 - Mergulho no mar (no domingo 'tava muito frio e com tempo nublado), bolinho de aipim (para nós, paulistas, mandioca mesmo) de queijo - nem tava lá essas coisas, mas com sol e mar fica tudo ótemo (como diria a querida amiga Anali)
Resto do dia tranquila na piscina...
E tem gente que ainda tem dificuldade pra responder por que merece viver...
Linda, eu mereço viver pra aproveitar todos esses momentos
Pena que tudo acaba, e a terça-feira foi de trabalho e muito sono...
sábado, 16 de janeiro de 2010
Eu recomendo: Filme: Sherlock Holmes
Bom, gosto do Guy Ritchie. Não por ele ter sido casado com a Madonna, embora tenhamos que admitir que pra alguém ficar casado tanto tempo com ela tem que ter, no mínimo, personalidade.
Mas começei a gostar dele por causa dela sim, ou de um videoclip dela, que ele dirigiu. What it feels like for a girl (que esteve em uma das minhas postagens) é um clipe marcante... um dia de fúria feminino (embora eu admita que jogar o carro contra o poste com a velhinha dentro tenha sido uma baita sacanagem... mas, vai saber... talvez fosse a sogra dela... Deus sabe que já tive vontade de fazer algo do tipo com uma ex-sogra algumas vezes...rsrsrs).
Mas voltando ao assunto inicial, Sherlok Holmes é um filme engraçado, com o tipo de humor inteligente que eu gosto. Com uma produção muito bem feita, um bom enredo e atores que cumprem muito bem os seus papéis.
Desconheço os livros e a personagem original, mas o desleixado, carente, ciumento, irônico e certamente desequilibrado Holmes interpretado por Robert Downey Jr.é ótimo. Sua parceria com o certinho e (quase) politicamente correto Dr. Watson (Jude Law) é uma combinação excelente.
Vale muito a pena ver!!!

Mas começei a gostar dele por causa dela sim, ou de um videoclip dela, que ele dirigiu. What it feels like for a girl (que esteve em uma das minhas postagens) é um clipe marcante... um dia de fúria feminino (embora eu admita que jogar o carro contra o poste com a velhinha dentro tenha sido uma baita sacanagem... mas, vai saber... talvez fosse a sogra dela... Deus sabe que já tive vontade de fazer algo do tipo com uma ex-sogra algumas vezes...rsrsrs).
Mas voltando ao assunto inicial, Sherlok Holmes é um filme engraçado, com o tipo de humor inteligente que eu gosto. Com uma produção muito bem feita, um bom enredo e atores que cumprem muito bem os seus papéis.
Desconheço os livros e a personagem original, mas o desleixado, carente, ciumento, irônico e certamente desequilibrado Holmes interpretado por Robert Downey Jr.é ótimo. Sua parceria com o certinho e (quase) politicamente correto Dr. Watson (Jude Law) é uma combinação excelente.
Vale muito a pena ver!!!
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Desabafo... Falando muito e dizendo pouco
Hoje tentei escrever sobre mil coisas... Mas, quando algo te incomoda, não adianta querer esquecer, mudar de assunto...
Tão difícil escrever... Porque algumas coisas são difíceis de entender... Porque de alguma forma aprendi a ter uma mania de perfeição: tentar ser sempre justa, correta, controlar meus sentimentos, levar o sentimento dos outros em consideração, não gritar, não bater, não xingar; não criar situações que deixem o clima desagradável... Deus!!! Como tudo isso cansa!!! E onde foi que aprendi tudo isso??? (quem conhece minha mãe entende bem essa pergunta... devo ter aprendido em alguma outra vida, como grande dama talvez... rs)
E aí, quando fico chateada com alguém, não me sinto no direito... Porque as expectativas são minhas... Porque a pessoa não quis, intencionalmente, me magoar... Porque não falar com aquela pessoa vai criar um clima desagradável pros outros...
Mas e aí??? O que eu faço com o sentimento?
Hoje to sentindo um milhão de coisas... Tô p.. da vida... Não, não, vamos ser bem claras, afinal, tenho esse direito... Tô puta mesmo!! Com essa minha mania de perfeição...
Com o outro... bem também to puta com ele, mas acho que estou mais triste... Ou não, ou estou tão puta quanto triste, mas minha mania de perfeição disfarça a raiva com justificativas, que até podem fazer sentido, mas que não mudam meus sentimentos.
E ai, quando se junta raiva, decepção, tristeza e um amigo que se ama muito... O que fazer?? E quando saber qual o momento de aceitar que alguém a quem eu amo não merece estar no seleto grupo de pessoas a quem eu chamo de amigos? E como aprender a deixá-lo partir (ou encarar o fato de que foi apenas a ilusão que te fez achar que aquela pessoa, algum dia, realmente esteve ali...)
Tão difícil escrever... Porque algumas coisas são difíceis de entender... Porque de alguma forma aprendi a ter uma mania de perfeição: tentar ser sempre justa, correta, controlar meus sentimentos, levar o sentimento dos outros em consideração, não gritar, não bater, não xingar; não criar situações que deixem o clima desagradável... Deus!!! Como tudo isso cansa!!! E onde foi que aprendi tudo isso??? (quem conhece minha mãe entende bem essa pergunta... devo ter aprendido em alguma outra vida, como grande dama talvez... rs)
E aí, quando fico chateada com alguém, não me sinto no direito... Porque as expectativas são minhas... Porque a pessoa não quis, intencionalmente, me magoar... Porque não falar com aquela pessoa vai criar um clima desagradável pros outros...
Mas e aí??? O que eu faço com o sentimento?
Hoje to sentindo um milhão de coisas... Tô p.. da vida... Não, não, vamos ser bem claras, afinal, tenho esse direito... Tô puta mesmo!! Com essa minha mania de perfeição...
Com o outro... bem também to puta com ele, mas acho que estou mais triste... Ou não, ou estou tão puta quanto triste, mas minha mania de perfeição disfarça a raiva com justificativas, que até podem fazer sentido, mas que não mudam meus sentimentos.
E ai, quando se junta raiva, decepção, tristeza e um amigo que se ama muito... O que fazer?? E quando saber qual o momento de aceitar que alguém a quem eu amo não merece estar no seleto grupo de pessoas a quem eu chamo de amigos? E como aprender a deixá-lo partir (ou encarar o fato de que foi apenas a ilusão que te fez achar que aquela pessoa, algum dia, realmente esteve ali...)
domingo, 20 de dezembro de 2009
FELIZ NATAL!!!!!
Este ano não escreverei grandes e bonitas mensagens... Serei mais simples e direta:
Desejo à todos um excelente Natal!
Que, mais do que presentes, vocês todos ganhem a benção de estarem rodeados de pessoas amadas e queridas.
São elas quem nos dão a força para crescermos fortes e bonitos como os pinheiros, tão importantes nesta época do ano.
Que Deus abençoe e ilumine os lares e as vidas de todos vocês!
Beijo enorme!
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Caminhos
Demoramos pra aceitar que, na vida, tudo tem começo, meio e fim.
No começo, tinha amor... e porque não dizer que no fim também?? Falar em fim, não significa necessariamente que algo deixou de existir, mas, às vezes, significa apenas que algo não nos serve mais, que não nos faz mais crescer, não nos impulsiona adiante, não nos traz mais felicidade.
Amar, não significa apegar-se.
Amar pode também significar partir e deixar partir. Permitir que o outro viva seu caminho de forma plena, completa e realizadora. Perceber que caminhos se cruzam com frequência, e, às vezes, até seguem em paralelo, mas são sempre únicos. Duas pessoas, mesmo que sigam a mesma estrada, fazem, cada qual, sua própria e única jornada.
Às vezes alguem caminha conosco por algum tempo, muda nossos caminhos, transforma a nossa história, e então segue em frente. Por que a vida não faz sentido se não for pra seguir em frente... "para o alto e avante", como dizia o desenho animado.
Então amar, ás vezes, significa entender que seu caminho e o da pessoa amada se separam, e aceitar que eles podem se afastar cada vez mais.
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Tempestade
No som do ventilador O silêncio de um vazio preenchido apenas com o vento O resquício de um sentimento que nunca deixou de estar lá Seu co...
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Meu artigo no Guia da Semana!!!! Amei http://www.guiadasemana.com.br/Sao_Paulo/Filhos/Noticia/Ciume_entre_irmaos.aspx?id=70495
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Tenho pensado muito sobre amizade ultimamente... Não gosto de perder amigos... Sou totalmente dependente das pessoas que amo. Sentir que...



