sexta-feira, 20 de julho de 2012

For Good

A todos os amigos que passaram pela minha vida - os do prédio, do Mutirão, do Compa, da ESPM e da UNIP, os da Seara Bendita, Lar Meimei, os do Rio de Janeiro, osdas empresas pelas quais passei,  os do MASA, os que entraram em minha vida sem eu nem lembrar como e os que Deus fez que, mais que amigos, fossem parte da minha superespecial família...
Minha eterna gratidão por todas as mudanças por que passei por tê-los em minha vida. Espero que possam tirar alguns minutinhos para ver minha (bem) singela homenagem a vocês!

(Não consegui achar o vídeo com uma boa legenda em português, então a letra está abaixo. Infelizmente o jogo de palavras se perde na tradução...)
Eu ouvi dizer
Que as pessoas entram em nossa vida por uma razão
Trazendo algo que devemos aprender
E somos levados
Àqueles que mais nos ajudam a crescer
Se os permitimos
E os ajudarmos também.
Bem, eu não sei se eu acredito que isso é verdade,
Mas eu sei que eu sou quem eu sou hoje
Porque eu te conheci.

Como um cometa puxado de sua órbita
Ao passar pelo sol
Como um riacho que encontra uma rocha
No caminho para a floresta
Quem pode dizer se eu mudei pra melhor?
Mas porque eu te conheci
Eu mudei.. de verdade

Pode até ser
Que não nos encontremos novamente
Nessa vida,
Então deixe-me dizer antes de nos separarmos
Muito de mim
É feito do que eu aprendi com você.
Você estará comigo
Como uma digital em meu coração.
E agora não importa como nossas histórias terminem
Eu sei que você reescreveu a minha
Por ter sido minha amiga
Como um navio desviado de sua rota
Por um vento no mar
Como uma semente deixada por um pássaro
Numa floresta distante
Quem pode dizer se eu mudei pra melhor?
Mas porque eu te conheci
Porque eu te conheci
Eu mudei de verdade

E para esclarescer as coisas
Eu peço perdão
Pelas coisas que eu fiz e pelas quais você me culpa

Mas então, eu acho que nós sabemos
Que há culpa para compartilhar.

E tudo isso parece não importar mais

Como um cometa fora de órbita (Como um navio desviado de sua rota).
Ao passar pelo sol (Por um vento no mar).
Como um riacho que encontra uma rocha (Como uma semente deixada por um pássaro)
No caminho para a floresta (Numa floresta distante)

Quem pode dizer se eu mudei para melhor?
 E eu realmente acredito que mudei para melhor.

Mas porque eu te conheci
Porque eu te conheci

Porque eu te conheci
Eu mudei de verdade.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

32 duas para fazer antes dos 32 anos

  1. Comer o tal do "melhor bolo de chocolate do mundo" (se não é o da minha mãe, duvido que seja o melhor, mas vamos ver)
  2. Ficar bêbada (já adiei bastante)
  3. Dar o melhor beijo da minha vida (esse vou repetir todo ano)
  4. Fazer algo que me dê muito medo
  5. Pegar a estrada sem rumo
  6. Conhecer ao menos uma pessoa muito interessante (também vale repetir anualmente)
  7. Dançar até o sol raiar
  8. Fazer Yoga
  9. Aprender a meditar
  10. Viajar para algum lugar desconhecido (todo ano tb)
  11. Terminar o livro O Poder do Agora (tá difícil esse... rs)
  12. Fazer algo idiota
  13. Cantar num Karaokê
  14. Ajudar alguém
  15. Chorar de rir
  16. Ver o pôr do sol na praia
  17. Ver o nascer do sol na praia
  18. Aprender a não pensar demais pra tudo
  19. Ter um surto de raiva (daqueles de atirar coisas na parede, sabe?)
  20. Ler a trilogia "Jogos Vorazes" - livro um lido...
  21. Beijar em baixo de chuva (garoinha não serve, tem que ser tempestade)
  22. Diminuir a quantidade de comédias românticas que me fazem pensar em "melhor beijo da vida"e "beijos na tempestade" (rs)
  23. Aprender a jogar poker (precisando de voluntários para ensinar)
  24. Ocupar a parede do meu quarto com algo (quadro, fotos, qq coisa)
  25. Plantar flores
Não, não tem nada errado com minhas contas... existem mais 7 itens, mas estes não são da conta de ninguém... vou manter no particular...rs

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Confissões

E aí, na semana passada, eu me vi, em um desentendimento com alguém que amo, atacando por atacar... Não explicando ou falando sobre os tantos sentimentos e as fontes desses sentimentos (fiz isso tb), mas me peguei, em alguns momentos apenas atacando. Soltando algumas frases que tinham, como principal intuíto, machucar.

E aí foi a hora que parei e calei. Porque essa atitude falava pouco da relação, mas muito de mim. Porque estava atacando alguém por quem dizia não sentir nada além de amor? Que sensações e sentimentos tinha escondido até de mim mesma??

Sou uma pessoa bastante sensata, e com crenças muito fortes a respeito do direito das pessoas a sua individualidade, e também com uma certeza muito grande de que, na grande maioria das vezes, as pessoas agem de acordo com aquilo que sinceramente acreditam ser o melhor, ou da maneira que seu entendimento permite.

Se por um lado isso me faz respeitar o jeito de cada um (ou ao menos tentar exautivamente fazê-lo), por outro lado isso me afasta dos meus sentimentos, me faz negá-los e me sentir sem o direito de ficar com raiva, magoada ou chateada quando acredito que a pessoa não teve a intenção deliberada de me magoar.

Só que os sentimentos não deixam de existir quando não os aceitamos, e olhar para minha agressividade com esse amigo me fez ter que olhar para os meus sentimentos escondidos, para tudo aquilo que neguei a mim mesmo o direito de sentir.

Descobri que negar a raiva é dar força a ela. É permitir que ela se agarre ao seu coração, se esconda e solte seu veneno em doses homeopáticas, gerando na gente aquele prazer sádico que sentimos quando soltamos ironias e frases agressivas, que tentamos nos convencer que são inofensivas por serem ditas de maneira quase carinhosa, ou por acharmos para elas explicações racionais, negando a nós mesmos que agressões são sempre agressões. Então, me vi numa posição difícil: calar e correr o risco de seguir com as pequenas agressões pelas feridas mal curadas, magoando a pessoa; ou falar, e correr o risco de magoar a pessoa?

Optei pela segunda - mais honesta com a pessoa, que pode sim se magoar, mas que ao menos saberá de onde está vindo a agressividade e o motivo dela existir, podendo é claro, concordar ou não que são motivos válidos racionalmente (alguns eu mesma não concordaria), mas tendo que aceitar que sentimentos são sempre reais, sempre concretos para quem os sente. Além disso, essa também era a opção mais honesta comigo. Apenas identificando, localizando, entendendo e expressando meus sentimentos poderei lidar com eles de maneira saudável, deixá-los partir.

Então, se vc ficou sem entender - primeiro as frases agressivas, e então o silêncio, e depois a enxurrada de frases recebidas por email... tá aí sua explicação. Não sei que importância ela tem pra vc, mas com certeza é importante pra mim te explicar.

Fica também o pedido de desculpas pelas agressões gratuítas que vinham acontecendo quando tentavamos conversar, e pela dificuldade de perceber, entender ou aceitar alguns movimentos que você fez... Espero, sinceramente, que você também possa, em algum momento, entender tudo aquilo que tentei te falar despido das defesas e dos pré-conceitos que te fazem sempre olhar meu discurso através de um véu de irritação...

sábado, 23 de junho de 2012

Me juntaria a você (ou: Motivo pra ficar)





Me Juntaria a Você - Alanis Morrisette

Querido
Sua mãe, meu amigo
Deixou uma mensagem na minha secretária eletrônica
Ela estava transtornada
Dizendo que você estava falando loucuras

Que queria se matar
Acho que ela pensa que sou a solução perfeita
Já que temos essa ligação inexplicável
Desde jovens

E, sim, eles estão em choque
Eles estão em pânico
Você e sua doença
Eles e o drama deles
Você, esse embaraço
Nós no meio dessa insanidade

Se fossemos nossos corpos
Se fossemos nossos futuros
Se fossemos nossas defesas
Eu me juntaria a você

Se fossemos nossa cultura
Se fossemos nossos líderes
Se fossemos nossas negações
Eu me juntaria a você

Eu me lembro vivamente um dia anos atrás
Estávamos acampando
Você sabia mais do que imaginava saber
E disse: "Jamais quero sofrer uma lavagem cerebral"
E você tinha a mente fervilhando
Era intenso
Você estava desconfortável consigo mesmo
Você era sedento por alguma coisa
Mas, principalmente, você era lindo

Se fossemos nossos rótulos
Se fossemos nossas rejeições
Se fossemos nossos resultados
Eu me juntaria a você

Se fossemos nossos incômodos
Se fossemos nossos sucessos
Se fossemos nossas emoções
Eu me juntaria a você

Você e eu, somos como crianças de 4 anos
Queremos saber o porquê
E como funcionam todas as coisas
Queremos nos revelar
E trocar idéias
E nunca falar coisas pequenas, e sermos intuitivos
E questionar assustadoramente,
E encontrar Deus, 
meu atormentado guia
Precisamos encontrar companhias que pensam como nós

Se fossemos as condenações deles
Se fossemos as projeções deles
Se fossemos as nossas paranóias
Eu me juntaria a você

Se fossemos nossos ganhos
Se fossemos nossas obsessões
Se fossemos nossas aflições
Eu me juntaria a você

Nós precisamos de uma reflexão
Nós precisamos de uma memória muito boa mesmo
Sinta-se à vontade para me ligar mais vezes



quarta-feira, 30 de maio de 2012

O espelho é um amigo cruel



O auto-conhecimento (agora com hífen, ou sem hífen??) é um processo costante, e quem me conhece bem sabe que mergulhei de cabeça nesse processo, como tudo que faço, essa também é uma área da minha vida que vivo intensamente.

O espelho é, porém, um amigo cruel.
O espelho te reflete sem disfarces. Não há fotoshop, não há jogos de luzes, não há como esconder aquelas partes indesejadas de si mesmo. Se está lá, o espelho nos mostra, e sem meias palavras, sem cuidado ou delicadeza, somos expostos a imagem totalmente desnuda de nós mesmos.

Claro que isso vale para os espelhos físicos, também igualmente fiéis a realidade; mas como estou falando de auto-aprimoramento, e não de saúde, ginástica ou estética, deixemos estes de lado (por um momento apenas, pois voltarei à eles), e nos concentremos nos espelhos simbólicos.

Um espelho simbólico pode ser tudo aquilo que nos reflita nos mesmos. Uma pessoa com os nossos mesmos hábitos irritantes, uma situação onde nosso eu mais verdadeiro nos seja exposto, um amigo que nos mostra como somos, um livro no qual nos vemos, um momento em que saímos de nós mesmos e nos olhamos "de fora". Qualquer situação que nos tire dos mil pensamentos que ocupam nossa mente de maneira frenética e desesperada e que nos impedem de entrar em contato com nós mesmos, e nos coloque ali, cara a cara com o que somos.

Voltemos ao espelho físico. Pegue um agora, coloque na frente do seu rosto e olhe. Resista à tentação de focar na sua aparência física. Olhe dentro dos seus olhos, e sinta. O que você vê lá dentro? O que esse exercício te faz sentir? Mais uma vez, não pense, apenas sinta... Quais foram esses sentimentos? Foram bons ou ruins?? Se deixarmos, o espelho físico pode ser um bom espelho simbólico também. Um tão poderoso que a maioria das pessoas não se sente bem em fazer esse exercício.

E aí, entram dois pontos importantes: o primeiro, é que auto-conhecimento não vale nada se não for gerador de mudanças. Essa história de nasci assim, cresci assim, vou ser sempre assim funciona apenas na música, ou como uma defesa pra gente não encarar o que nos assusta em nós mesmos.

Não estou falando em mudar para agradar os outros. Estou falando em promover aquelas mudanças que são fundamentais para nos fazer pessoas mais felizes, mais completas. Aquelas mudanças que nos trazem paz por nos aproximarem daquilo que somos como potenciais.

O segundo ponto, é que não há mudança verdadeira sem aceitação. E talvez aí esteja a maior dificuldade que temos em mudar, porque aquele incomodo em frente ao espelho, é puro julgamento. É você apontando o dedo para você mesmo e dizendo: "veja como você é errado!"; "veja como você é mal", "veja como você merece todas as coisas ruins que acontecem na sua vida!". Esse incomodo em frente ao espelho é pura crítica, e, em geral, nos julgamos de uma maneira muito mais cruel do que julgamos aqueles à nossa volta, do que julgamos aqueles a quem amamos.

E então desviamos o olhar do espelho, arrumamos o cabelo e saimos para o dia a dia e para os pensamentos e atividades que tiram meu olhar dos meus defeitos... É mais fácil assim. Encarar a si mesmo é um processo aterrorizante se não há aceitação. E sem encarar a nós mesmos, nenhuma mudança é possível.

Sim, somos imperfeitos. Todos.

Todas as nossas características nos servem ou serviram em algum momento da nossa vida. Todas elas nos protegeram, de alguma forma, da dor que queríamos evitar. Não há bem ou mal, há apenas consequências, e, se conseguirmos passar pela fase do medo, segurar nosso olhar no espelho e encarar a jornada do auto-conhecimento, talvez um dia nos peguemos avaliando as consequências das nossas imperfeições no hoje, definindo o que não nos serve mais, agradecendo pela protação e ensinamentos que nossos defeitos nos trouxeram até o momento, e trabalhando para deixá-los ir.

Sim, é difícil. Sim, repetiremos as mesmas ações que queremos mudar algumas vezes, por puro hábito, mas, com aceitação incondicional de nós mesmos  persistir no caminho da mudança torna-se não uma pesada obrigação, mas um prazer.



sábado, 28 de abril de 2012

O além



Hoje, na minha aula do curso de tanatologia, me deparei com um grande desafio em forma de uma pergunta, até bastante simples: Como você imagina o além? Descreva da maneira mais detalhada possível.

Simples, para uma espírita, né? Nem tanto. Só consegui pensar em uma resposta, e me deu vontade de compartilhá-la com vocês, amigos leitores...

"Na verdade, não imagino...

Não que o assunto não me fascine, mas acho a preocupação em imaginar o além tão desnecessária, uma vez que, o que quer que eu imagine, será apenas a minha imaginação.

Cresci espírita, logo, cresci aprendendo sobre umbral, vale dos suicidas e planos superiores, cresci ouvindo falar de Nosso Lar e colônias espirituais... Mas também sobre projeções mentais e faixas de energia que podem fazer com que, no final das contas, você veja exatamente aquilo que você acredita que deveria ver...

As imagens que os livros espíritas relatam a respeito do Umbral, desta forma, sempre me pareceram muito mais reais e possíveis do que as colônias espirituais, do que Nosso Lar e as pessoas de túnicas brancas... Isso porque, as imagens do umbral são sempre nos descritas de forma vívidas e carregadas de sentimentos... O que você lê é aquilo que você facilmente imagina quando pensa nos fortes sentimentos negativos ligados à estas descrições, sejam estes sentimentos desespero, tristeza, medo ou ódio...

Já as descrições das colônias espirituais... Bem, talvez se a gente concordar que são apenas locais onde estão os espíritos como nós, em nosso grau de evolução, aproximadamente, aí elas façam sentido, com todas as suas regras e situações tão parecidas com nossa própria realidade... bom, mas, aí, elas não são "o além", mas apenas um outro local de passagem, como a própria vida terrena, nessa longa caminhada de evolução que temos pela frente. Não é?

O além tem que ser aquele destino final, aquele local onde estaremos quando alcançarmos a perfeição, quando Deus não mais for um mistério e quando tudo o que há a sentir é Amor. Como posso sequer imaginar o que é este lugar (é um lugar? ou será um modo de ser?) quando mesmo o maior amor que posso sentir por algo ou alguém é carregado de cobranças, expectativas e medos??

Não penso no além, pois, para mim, nada do que eu puder pensar irá chegarnem perto de descrevê-lo."

E pra vc? Como é o além??

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Novo dia, novo tempo

E o Voo da Fênix ganha cara nova...

Porque a vida é assim, e esse blog não tem esse nome à toa.

Tá no meu nome, tá na vida, tá no símbolo que escolhi pra mim... a fênix. Morte e renascimento... Renovação.

E o outono, minha época preferida do ano, é o momento ideal de deixar morrer aquilo que tem que morrer, desprender-se do que passou e abrir as portas para o novo.

Renovar, a vida, a alma e se for possível, também o guarda-roupa... (por que não?)

Abraçar as mudanças de peito aberto, mudar velhos hábitos, velhos padrões, velhos sentimentos... Desapegar...

A "gestação"pós R.A terminou...

Agora é hora de RENASCER!!

sexta-feira, 30 de março de 2012

Você, um sonho e a vida



Hoje sonhei com você que, há um ano atrás, monopolizava todos os meus suspiros.

Sonhei com você e me perguntei por onde anda, como estará... e desejei tudo de melhor que o meu coração pode desejar à alguém.

E fiquei pensando em como as coisas passam... acontecimentos, pessoas tocam a sua vida e seguem em frente, por que a vida é um eterno movimento, um não parar incessante que às vezes é um alívio e às vezes... ai, às vezes cansa...

Mas a vida sempre me provou que todas as mudanças ocorrem pra melhor. Que às vezes portas e janelas de fecham para que você se sinta mal no local escuro e abafado que um dia foi sua zona de conforto. E aí, a gente tem que controlar o medo do que está lá fora, abrir mão da segurança do conhecido, desapegar daquele espaço tão querido que você ocupava, e seguir em frente, com o coração aberto para o novo.

Porque a vida existe no movimento, nas mudanças, naquilo que é inconstante. Quando permanecemos iguais, não há mais vida. Aquilo se se estagna, morre.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Perder amigos



Tenho pensado muito sobre amizade ultimamente...

Não gosto de perder amigos... Sou totalmente dependente das pessoas que amo. Sentir que estou perdendo, ou que corro o risco de perder alguém a quem chamo de amigo é lidar com uma sensação de aniquilamento, como se eu mesma me perdesse no nada, sem aquela amizade. Já briguei com amigos por medo de perdê-los... vai entender...

O problema é que, não necessáriamente as pessoas dão a nós o mesmo grau de importância que damos a elas; e é aí que o bicho pega... Porque por mais que a gente entenda que as coisas são assim mesmo, não dá pra fingir que descobrir essa diferença de importância não decepciona, não magoa... E aí a gente faz o que com essa mágoa?? Como mantém a amizade??

Se alguém souber responder, me avisa...

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

O maior amor de todos



Eu acredito que as crianças são nosso futuro
Ensine-as bem e deixe que mostrem o caminho
Mostre a elas toda a beleza que existe dentro delas
Dêem um senso de orgulho
Pra tornar isso mais fácil
Deixe que a risada das crianças
Nos lembre de como costumávamos a ser

Todo mundo está a procura de um herói
As pessoas precisam de alguém em quem se inspirar
Eu nunca achei ninguém que preenchesse minhas necessidades
Um local solitário para se estar
E então eu aprendi a depender de mim

Eu decidi a muito tempo atrás
Nunca andar à sombra de ninguém
Se eu fracassar
Se eu tiver sucesso
Pelo menos viverei de acordo com o que acredito

Não importa o que tirem de mim
Não poderão tirar minha dignidade

Porque o maior amor de todos
Está acontecendo comigo
Encontrei o maior amor de todos dentro de mim

O maior amor de todos
É fácil de se alcançar
Aprender a amar a si mesmo
É o maior amor de todos

Eu acredito que as crianças são nosso futuro
Ensine-as bem e deixe que mostrem o caminho
Mostre a elas toda a beleza que existe dentro delas
Dêem um senso de orgulho
Pra tornar isso mais fácil
Deixe que a risada das crianças
Nos lembre de como costumávamos a ser

Eu decidi a muito tempo atrás
Nunca andar à sombra de ninguém
Se eu fracassar
Se eu tiver sucesso
Pelo menos viverei de acordo com o que acredito

Não importa o que tirem de mim
Não poderão tirar minha dignidade

Porque o maior amor de todos
Está acontecendo comigo
Encontrei o maior amor de todos dentro de mim

O maior amor de todos
É fácil de se alcançar
Aprender a amar a si mesmo
É o maior amor de todos

E se por acaso aquele lugar especial
Com o qual você vem sonhando
Lhe levar a solidão
Encontre sua força no amor

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Torne-se um lago

O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo de água e bebesse.
 -'Qual é o gosto?' - perguntou o Mestre.

 -Ruim' - disse o aprendiz.

 O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.  Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago. Então o velho disse:

 -'Beba um pouco dessa água’.

 Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou:

 -'Qual é o gosto?'

 -'Bom!' - disse o rapaz.

 -'Você sente o gosto do sal?' - perguntou o Mestre.

 -'Não' - disse o jovem.

 O Mestre, então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:

 -'A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu. Em outras palavras:

"É deixar de Ser o copo, para tornar-se o Lago".



(não sei de onde veio o texto, mas gratidão a coruja Thais Bozelli,  que o postou no Face)

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Correntes - Sobre erros, crenças e aprendizados


Desde pequenos vamos interpretando o que acontece a nossa volta, e atribuindo significados; mas quem disse que fazemos isso bem??

A criança não entende e não sabe lidar com suas emoções. Logo, estas, em especial as emoções negativas, causam um sentimento de medo muito forte, pois "aquilo que eu não entendo e não sei fazer ir embora pode me destruir".

O egocentrismo infantil colabora para uma visão distorcida das coisas.
A morte de alguém, na primeira infância, pode ser interpretada pela criança como algo que ela mesma causou, assim como a separação dos pais, ou qualquer outro acontecimento. A divisão da atenção dos pais com um novo irmãzinho pode ser interpretada como "eu sou mau, e por isso minha mãe não me dá atenção", a implicância de um coleguinha na escola por ser interpretada como "não mereço que gostem de mim"...

Vamos atribuindo significados aos fatos de maneira a justificar nossos sentimentos, e, com uma frequencia extremamente elevada, interpretamos tudo errado, e pior, essa interpretação dos fatos nos coloca para baixo. Com o tempo, vamos procurando fatos que reforçem nossa interpretação, e criando crenças que viram verdades inquestionáveis.

Aí crescemos, acreditando que não somos merecedores de amor e admiração, ou que nada dá certo pra gente e muitas outras coisas; e essas crenças ficam lá, guardadas em nosso incosciente e nos fazendo continuar a interpretar os fatos da maneira necessária para reforçá-las.

Perdemos nossa capacidade de olhar com imparcialidade uma situação, pois estas crenças estão lá, destacando aqueles detalhes que as fazem mais forte e dando a eles um tamanho muito maior do que realmente possuem. Resultado: vemos uma realidade distrocida, acreditamos nela, sentimos medo da dor iremos sentir se nossas crenças forem reforçadas, nos sabotamos e, consequentemente, nossas crenças se tornam auto-realizáveis. E isso vai gerando um círculo vicioso do qual é difícil sair.

Passei por isso essa semana, mais uma vez. E tive a sorte de ter alguém que, ao me mostrar minhas atitudes, me fez reparar na forma como estava deixando o medo me dominar por causa de crenças que nem são reais...

Se os resultados dessas atitudes não puderem ser consertados e isso tiver um impacto negativo, é triste, mas ainda assim, valeu. Tenho uma situação bem real pra me lembrar a não deixar isso acontecer nunca mais e pra me manter, como venho fazendo desde então, ocupada na construção de crenças que me fortaleçam, e não que me destruam.

Porque eu sou aquilo que eu acredito ser.

E você? Quais as crenças que estão atrapalhando a sua vida? Que correntes te prendem a obtenção constante dos mesmos resultados?

sábado, 14 de janeiro de 2012

... Mas tenho medo.

"E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro." - Martha Medeiros


"…Se não era amor, era da mesma família. Pois sobrou o que sobra dos corações abandonados. A carência. A saudade. A mágoa. Um quase desespero, uma espécie de avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar, só não se sabe se vai ser antes ou depois de se chocar contra o solo." - Martha Medeiros



Nossas experiências passadas guiam a maneira como iremos vivenciar nossas experiências presentes.
Às vezes funciona, e é um mecanismo importante para o aprendizado. Às vezes este é um comportamento desadaptativo e burro... Mas como saber?

Sentimos medo porque, ao comparar uma situação com suas similares do passado, algo de nossas experiências nos diz que estamos em risco. Às vezes estamos. Às vezes não... Mas como saber?

Sim, essa situação está cada vez mais parecida com o passado... e as coisas não terminaram nada bem para mim naquela época...

Sim, é amor. Não passarei nenhum segundo tentando negar o óbvio...
Amizade, carinho, cuidado, vontade de estar junto, querer bem, segurança + pensamento constante em você, saudades, desejo, coração que dispara quando o telefone toca e é você = AMOR

O sentimento é lindo, e ficaria muito feliz de apenas vivê-lo, se  a parte paixão de tudo isso não viesse acompanhada de insegurança, ciúmes e, principalmente, medo. Muito medo.

Sim, estou com medo... Você pode me dizer que não há necessidade de sentí-lo?

Razão e coração me mandam seguir caminhos opostos...

E como disse Wood Allen: "É muito difícil fazer sua cabeça e seu coração trabalharem juntos. No meu caso, eles não são nem amigos."